Atlântida, RS

Atlântida é um balneário, localizado no Município de Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul e fica a aproximadamente 100 km de Porto Alegre. Reduto dos jovens de classe média alta de Porto Alegre e de grande parte do restante do estado, tem uma vida noturna movimentada aos finais de semana, mas por ser tão perto da capital, fica relativamente vazia durante a semana, porque os “adultos” acabam não tirando férias.

A estrutura é simples, mas faz sucesso. Muitas casas desde a Estrada do Mar até a beira da praia e uma praça há cem metros da beira. Perto dela fica uma das barracas mais movimentadas da praia, o Bali Hai, que patrocinado pela RBS (a Rede Globo local) e pela Hyundai monta uma estrutura diferenciada todos os anos, o Villa del Mar, no qual eles oferecem serviços gratuitos para os veranistas. Na maioria das vezes tem aulas de dança nos finais de semana e massagens, fora a estrutura de empréstimos de guarda-sóis, brinquedos pros pequenos e materiais esportivos. Alguns anos eles montam academia, com um professor disponível e repito: tudo isso DE GRAÇA. Você nem é obrigado a consumir nada na barraca pra ter acesso. Mas com essa estrutura você fica tanto tempo na praia que acaba consumindo.

http://www.flickr.com/photos/manhattan104/

Créditos: Ander Vaz

Algumas partes da praia foram projetadas para se assemelhar à estrutura das praias californianas (sim essa informação se encontrava no site da prefeitura), inclusive com a construção de uma plataforma (no fim da tarde até lembra mesmo a praia do The O.C., mas só lembra). Pra quem é banhista, o fim do ano/início de janeiro não é muito bom. Chove muito e a água fica barrenta por causa de uma lagoa que fica em Osório e é lavada para o mar. Já no final de janeiro/ início de fevereiro é excelente, porque o mar fica mais limpo.

A Plataforma. (Autor da foto desconhecido)

A Plataforma. (Autor da foto desconhecido)

Uma das entradas da praia. Créditos: Ander Vaz

Uma das entradas da praia. Créditos: Ander Vaz

Além da beira, não há muitas opções de vida diurna e compras no balneário e as cidades do lado também não são muito conhecidas pela excelência em vida urbana. Já a vida noturna é uma questão à parte. Todos os anos, pelo menos três opções de casas noturnas, que variam muito a cada ano, embora algumas persistam por mais de um verão. Neste verão as que estão abertas são

Bar1/Bar2: São casas separadas, embora sua entrada seja próxima, a classificação etária é 18 e 21 respectivamente. O Bar1 é um bar fechado, mas de entrada gratuita, geralmente com música ao vivo ao estilo praiano (reggae, surf music), fica bem cheio e a cerveja não é exatamente barata, mas é gelada e vale a pena. A estrutura é bem bonitinha e os guarda-chuvas pendurados fazem o ambiente colorido e divertido e fica na beira de um laguinho. O Bar2 é mais parecido com uma boate, onde tocam DJs e de vez em quando tem shows, como Naldo ou o artista que esteja fazendo relativo sucesso e tenha um show barato pra produção (nós não fomos nesse, então eu não sei como é a decoração lá dentro).

Bar1

Bar1

Wari: É uma boate, mas quando ela abriu eu ja me sentia meio velho e desanimado pra ir, daí eu nunca fui. Quem foi disse que é bem legal, às vezes rolam bons DJs nacionais. A classificação é 18 anos.

Wari. Foto: Divulgação

Wari. Foto: Divulgação

Fora as boates, no centrinho (a pracinha) ainda tem o Açaí D’Praia, um bar que toca reggae direto, tem sinuca, mas não funciona com conta ou comanda. Cada cerveja ou bebida ou comida é paga no ato. É um bom lugar pra sentar, tomando alguma coisa e jogar conversa fora. A própria pracinha tem uma estrutura legal, coim quiosques vendendo bauru, crepes no palito, cachorro quente, bebidas. Tem umas mesinhas e um mini golfe que está desativado, onde os grupos se reúnem pra conversar, tocar violão, beber… Ainda tem uma distribuidora de bebidas, o Croassonho, um croissant recheado com o sabor que se desejar, muito gostoso; o Panas e Panitas, que vende um pastel assado argentino recheado com vários sabores também. Durante a semana ficam relativamente vazios de noite, mas no final de semana ficam insuportavelmente cheios. Se for fazer um passeio alimentar prefira o meio da semana, tipo terça ou quarta. A praia começa a encher na quinta e esvazia total na segunda.

Agora, tudo leva ao momento mais esperado dos veranistas daqui (os jovens, no caso, porque os velhos detestam esse momento): O Planeta Atlântida. É um festival de dois dias de música, que começa às 17 horas em ambos os dias (sexta e sábado) e vai até perto de amanhecer. Como os gaúchos são bem bairristas e têm um apego forte com a terra deles, a atração inicial do primeiro dia é um artista de lá, famoso por tocar músicas regionais, que abre o evento tocando e cantando o hino de estado. Depois disso os shows vão se alternando no palco principal, enquanto em palcos alternativos acontecem outros shows ou atrações diferenciadas. No camarote ainda tem shows exclusivos e DJs, a noite toda. A classificação etária é 16 anos mas há uma variação muito grande. Você encontra até velhinhos curtindo os shows. Os patrocinadores costumam montar estruturas pra variar o ambiente de ano pra ano, como um elevador no ano de 2012 que você ficava por 5 minutos assistindo ao show de uma altura de 8 metros do chão (e eu fui umas 12 vezes). Ou tendas com DJs a noite toda. Os ingressos são relativamente baratos pra quantidade de shows que tem e esses shows principais duram de 40 minutos a 1h e 20 minutos.

Vista aérea do Planeta

Vista aérea do Planeta

Em resumo, eu vou direto porque tenho família lá, daí eu fico semanas, mas se você for sozinho ou com amigos, recomendo que vá próximo do Planeta e fique no máximo duas semanas. Mais do que isso enjoa. De verdade.

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Orlando Parte III – Busch Gardens

Este é um dos gigantes e melhores para os adultos (que não tenham medo de montanha-russa). É um parque afastado, na verdade fica em Tampa, uma cidade a 70 milhas de Orlando. Mas eu garanto que vale a viagem. O tema dele é África, então prepare-se para alguns nomes que vão soar estranhos. As influências étnicas de cada região se percebem pelas lojinhas e ambientes, mas as áreas são nomeadas, pra facilitar o entendimento de onde na África você está naquele momento. Ele foi inaugurado em 1959, sendo apenas um zoológico que tinha intenção de ensinar sobre a preservação da vida selvagem a seus visitantes, depois foram sendo acrescentadas as montanhas russas, os brinquedos e os restaurantes.

MARROCOS

A entrada do parque faz parte da área do Marrocos e à direita ainda nos corredores da entrada você vai ver um jardinzinho, chamado Jardim Naak, é uma área designada para fumantes, então se não gosta de fumaça, fuja o mais rápido possível. Saindo desse corredor, à esquerda você encontra a central de visitantes e de reservas. Se você precisar de alguma coisa é ali que vai conseguir. Ou à direita você encontra uma big loja de souvenir chamada Emporium, Nature Kingdom and Marrakesh Market. Vale entrar e ver algumas coisinhas, lembrando que os preços dentro de parques tendem a ser mais salgados.

Numa outra porta, do lado da loja de presentes, você encontra Sultan’s Sweets, uma loja de doces fenomenal, com café da Starbucks, doces feitos à mão, bolos e outras maravilhas assadas. Eu nem entro lá, porque ficaria pobre em menos de cinco minutos (e obeso mórbido). No mesmo prédio fica o Moroccan Palace Theater, onde acontece o show Iceploration, que dura 30  minutos e conta a história de Austin, um pré-adolescente que acredita que a tecnologia é o que mantém sua geração mais conectada do que nunca com o mundo à sua volta e seu avô, um explorador do velho mundo, que acha que ele deve deixar o smartphone de lado e ir conhecer as planícies do Serengeti, a Grande Barreira de Corais, o Ártico e a Floresta Amazônica. É uma clara mensagem pra se desconectar do “mundo” e se ligar no mundo de verdade, que está aí, só esperando pra ser conhecido. Ah sim! A apresentação é de patinação no gelo, mistura 21 animais de verdade (sim! De verdade!) com alguns cenográficos e alguns atores fantasiados. São 4 toneladas de gelo pra montar o palco. Na montagem da peça participaram um figurinista que já ganhou o Tony Award (o maior prêmio do teatro) e um ginasta olímpico.

Dica I: No final de todas as apresentações de qualquer show, os artistas se encontram com o público, pra tirar fotos e dar autógrafos.

Dica II: Tem acesso a cadeirantes (mas são limitados, portanto cheguem cedo) e aparelhos de assistência auditiva para os deficientes (entregues na central de relacionamento do parque).

Atravessando uma pracinha que tem ali, você chega no Zagora Café. Uma lanchonete gigantesca e excelente. Os sanduíches são excelentes. E tem outras opções, como wraps de frango, peru e vegetarianos; cachorro quente; frutas da estação, sobremesas, cerveja e refrigerantes.

Nessa área tem mais um teatro, o Marrakesh Theatre, onde você pode ver o Let’s Get Loud!, um show de músicas e danças contemporâneas, com um toque latino de Miami. As dicas com relação a esse show são as mesmas do anterior e vão se repetir nos outros (mas eu vou lembrar ao final de cada um que eu comentar :]).

Ainda no Marrocos você tem a Gwazi, duas montanhas russas de madeira entrelaçadas, a Tiger e a Lion. Se você fica meio enjoado com balanços e batidas, não recomendo. A sensação dentro dela é horrorosa, porque ela foi feita pra sacolejar e dar solavancos. Você sai todo dolorido e meio enjoado. Mas se você quer a experiência completa dentro do parque, uma dica: vá nela por último (por último do parque e não só dessa área. É sério). Depois dela eu duvido que você queira continuar passeando.

Gwazi

Gwazi

A última atração dessa área é uma reserva ambiental. A Myombe Reserve é uma área muito bem arborizada, com algumas cascatas e bastante névoa, onde você vai poder ver Gorilas e Chimpanzés em uma recriação de seus habitats naturais. Na área externa da reserva tem um monte crocodilos que também estão em seu habitat. Os animais são bem curiosos e exibidos, chegando pertinho do vidro (menos os crocodilos que não ficam em vidros, mas em grades), o que dá uma chance sensacional de tirar fotos. Aproveitem.

Myombe Reserve

Myombe Reserve

CHEETAH HUNT

O nome da área é esse mesmo. Não faz parte de nenhum lugar em específico. Saindo da Myombe Reserve, você terá duas opções: ou segue reto, ou vira à esquerda. Pra chegar nessa área, você segue reto, passando uma fonte (área de fumantes). Ali vai ter uma lojinha, ela pertence a Nairobi, que é a área da esquerda (sim, ela está beeem deslocada). O nome dela? Caravan Crossing. O que ela vende? Produtos da trademark do parque. Souvenires como camisetas, bonés, copos, toalhas e brinquedos, entre outros. Mas não é isso que nos interessa agora. Vamos falar da cheetah area. Passe dessa loja e siga reto. Passando um pequeno portal e olhando à direita, pode-se ver a Cheetah Run, uma área reservada para os guepardos correrem. Ali você pode aprender o porquê desses animais serem tão adorados. Tem mediação, mas ela é em inglês e não tem tradutor. Dá pra chegar pertinho dos bichos, mas eles ficam atrás de um vidro. Normalmente eles são estimulados a correr em determinado horário do dia. Pergunte ao mediador quando será e não perca o espetáculo. à esquerda fica o Cheetah Snacks, que na verdade é uma canoa que vende alguns lanches rápidos e principalmente bebidas.

Essa área é pequena e tem dois brinquedos apenas. O Skyride que vai até a área do Congo, do outro lado do parque, por um teleférico (Algumas atrações do parque só são vistas de cima, ou pelo trenzinho, como a Serengeti Plain). É um bom passeio, com várias oportunidades fotográficas aéreas e um excelente jeito de chegar ao outro lado do parque sem morrer de cansaço. Só lembrando que os babies menores de 1,20m devem ir acompanhados de um responsável.

E a nova vedete do parque, lançada ano passado, a Cheetah Hunt. Você vai sentir a emoção de ser um guepardo caçando, com elevações, curvas espetaculares e algumas acelerações ao longo do caminho. Ela não é movida por um motor comum, são eletroímãs, então a corrida é suave e não muito barulhenta. Sem contar que por causa disso é possível aquela aceleração logo que ela sai a 96 km/h. A sensação de quem vai no carrinho da frente é muito diferente da de quem vai no de trás, mas eu não vou falar qual é a sensação, só digo qual é a melhor (pra mim): o de trás é beeeeem mais divertido. Ela não é muito alta, mas é comprida e extremamente rápida, logo a emoção é ótima.

Entrada da Montanha-Russa

Entrada da Montanha-Russa

Cheetah Hunt

Cheetah Hunt

Só lembrando que ao final de vários brinquedos têm as lojinhas (no caso desse parque não é sempre, mas várias atrações têm). E a Cheetah tem. Vários brinquedos e souvenires relacionados com a área do parque.

EGITO

Saindo da lojinha da Cheetah Hunt, você vai ver um casarão em estilo colonial, logo em frente. Ele já faz parte da área do Egito e é um restaurante/café chamado Crown Colony House Restaurant & Crown Colony Cafe(nome super apropriado e nada criativo, mas de qualquer forma…). É um restaurante bem ao estilo familiar, com opção de buffet tudo-o-que-você-aguentar de peixes e frango ou então um serviço a la carte que serve frango carbonara, steak, prato de salmão, Captain’s Choice (frutos do mar), salada de frango, salada Albacore, prato de vegetais, sanduíche de Cordon Bleu de frango, sanduíche Serengeti (light) e mais um menu infantil completo. Ainda tem sobremesas feitas fresquinhas e cervejas para maiores de 21. Sabendo que você vai comer com uma vista das planícies do Serengeti, olhando a vida selvagem.

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Siga um pouquinho mais e verá a King Tut’s Tomb, com réplicas de vários objetos encontrados na tumba do Rei-Menino do Egito. É uma atração amigável às crianças, que podem fazer suas escavações e descobrir objetos, e com ótimos pontos de fotos. Fique o tempo que quiser aqui, é uma atração sem limite de horário. E do lado de fora também tem vários pontos de fotos temáticas do país.

Ao lado da tumba tem uma lojinha chamada Golden Scarab. Alguns souvenires temáticos. Se você é dos que gosta de comprar um monte de bugiganga, vai adorar essas lojinhas (embora na International Drive tenha muito mais delas e bem mais baratas). De frente pra essa lojinha, tem uma área de jogos, com cestas de basquete, aqueles jogos de acertar a marmota com uma marreta, bem coisa de feira de cidade do interior (vai ter mais uma ou duas dessa pelo parque).

Mas o que interessa mesmo nessa área é a Montu, uma montanha-russa invertida, ou seja, os trilhos dela são por cima da sua cabeça e suas pernas vão balançando. O nome é de um Deus egípcio da guerra. São sete loops, sendo que o primeiro dele vem logo depois de uma queda de 42 metros. Eu acho essa tão sensacional, que eu comprei o copo souvenir de refil dela. E tenho até hoje (um dia eu posto a foto). Saindo dela você cai em mais uma lojinha de presentes. Saia e vire à direita, vai ter um caminho enorme pra você percorrer – o arco da entrada da Montu vai ficar bem na sua direita, resista à tentação de ir de novo (ou não) e siga sempre reto.

Montu

Montu

Você vai chegar na Edge of Africa, que ainda faz parte do Egito, e é um safári que você faz andando e os animais ficam atrás de vidros, em recriações de seus habitats. Você ainda passa por uma vila de pescadores abandonada. É bem legal pra quem gosta de zoológicos. Dali vai ter uma calçada pra esquerda. Siga nela e você chegará a Nairobi.

NAIROBI

Essa é uma área relativamente pequena para o parque, mas é meio espalhada. Tem uma lojinha dela no meio do Marrocos (que você chegaria virando à esquerda e andando um pouquinho), chamada Caravan Crossing, que é mais uma loja de souvenir, mas o que nos interessa mesmo fica pro outro lado. Mentira. Saindo da calçadinha, logo à sua esquerda vai estar a Estação de Trem de Nairobi (Nairobi Train Station), um jeito bem divertido de se mover por algumas áreas do parque e um dos dois de ver o safári da Serengeti Plain. Não é um brinquedo muito emocionante, mas vale a pena pra quem é preguiçoso pra andar tudo e quer ver os bichinhos legais.

Mas antes de pegar o trem, gaste um tempinho conhecendo essa área do parque, que tem quatro unidades de cuidados com animais, um restaurante/pub e a estação de trem. Logo que você sair em Nairobi, vai dar de frente com o restaurante, que se chama Kenya Kanteen. Lá você encontra um cachorro-quente de 30 cm (foot-long hot dogs), coxa de peru (como eles gostam disso…), sanduíches de carne de porco defumado, batata frita, bolos, refrigerantes e frutas frescas. Na parte de trás do restaurante tem um pub, mas a entrada só é permitida a maiores de 21 anos, porque tem venda de bebidas alcoólicas.

Aqui também existe o Serengeti Outpost, onde você pode pegar informações sobre o parque ou reservar algumas atrações, como o Serengeti Safari e o Jungala Insider (existem outras experiências exclusivas, que serão listadas no final do post), só lembrando que essas reservas são pagas à parte e não são muito caras, mas o parque já é caro em si, então comprá-las fica meio pesado (se sobrar uma grana, recomendo).

Os centros de animais são bem diferentes entre si. Um é um centro de atendimentos veterinários mesmo, o Animal Care Center, onde os clientes do parque poderão tomar parte (como observadores) no cuidado dos bichinhos do parque (um dos relatos de clientes é sobre ter visto um atendimento numa zebra).

À esquerda ficam as Curiosity Caverns, onde você vai encontrar uns animais menos adorados, tipo cobras, morcegos frugívoros e até morcegos vampiros. O ambiente é feito à semelhança de cavernas pré-históricas pra deixar os bichos à vontade, mas eles ficam atrás de vidros e grades e não, os vampiros não vão chupar seu sangue. Eles são servidos de sangue animal em vasilhas nas gaiolas.

Na Jambo Junction, que fica à direita (sempre em relação à calçada que sai do Egito), você vai ter a experiência de alimentar os animais tropicais que estão expostos no parque, como flamingos, tucanos, lêmures, preguiças e mais um monte. E tem a Elephant Interaction Wall em que você pode interagir com (OH!) elefantes.

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Siga um pouquinho adiante, passe um portal que se parece com uma torre, e chegue em

TIMBUKTU

É uma área disposta em volta de uma mega praça. No centro dela tem o Sahara Go-Round, um carrossel pra distrair as crianças (que vão andar igual condenadas, então elas merecem um descanso). E também tem o The Oasis, uma loja de lanches que fica de frente pra uma fonte e vende churros, pipoca, raspadinhas, pretzels, nachos e bebidas geladas.

Pra explicar a disposição dessa área, eu vou tomar a torre/pórtico como referência. Logo à esquerda fica o Desert Grill Restaurant and Theater, que vende pratos pra quem estiver lá na hora do almoço. Ainda há um pub com bebidas alcoólicas, mas só entram maiores de 21. E durante as refeições rola entretenimento, já que o restaurante também é um teatro, onde rola o Christmas Celebration nessa época do ano. Um show de músicas natalinas, soldados de brinquedo sapateando entre outras atrações. Os shows aqui são sazonais, e geralmente mudam de ano pra ano.

The Desert Grill

The Desert Grill

Seguindo em frente, temos a Scorpion, uma montanha-russa bem subestimada, até porque é a mais fraquinha do parque (para os adultos), mas ainda assim ela é muito boa pela velocidade que ela desenvolve. É uma atração rápida, mas emocionante.

Ao lado da Scorpion, tem várias barraquinhas: mais uma Game Area. Se estiver afim de tentar a sorte ou sua habilidade nos jogos, os prêmios são bem legais, mas já aviso logo: ganhar os maiores é praticamente impossível.

Em frente, colado no carrossel, tem um quiosque de lanches que, na verdade é especialista em bebidas geladas, mas tem umas comidinhas legais pro meio da tarde. Ele se chama Sahara Snacks.

Do lado da Game Area tem um outro pórtico pra sair, mas não passe ali ainda. Siga e você vai encontrar uma construção gigante. É o Timbuktu Theater. Lá rola o show Pirates 4D, um filme interativo e temático superdivertido; e também o Sesame Street Presents Lights, Camera, Imagination!, onde os personagens da Vila Sésamo tentam salvar o seu festival de filmes (peguem direitinho os horários no mapa pra não ficarem perdidos). Ao lado do teatro tem a Sand Serpent, uma montanha-russa para os kids sentirem um pouco de emoção. O nome antigo dela era Cheetah Chase (não, não, a outra que é massa é Cheetah Hunt) e não tem loops, nem nada , mas é bem divertida e dá umas aceleradas engraçadas.

Tem mais atrações nessa parte? Tem sim! A Phoenix é um barco pirata que dá uma sensação horrorosa, porque ele para lá em cima, com você de cabeça pra baixo. Doeu meu ombro pela pressão que o dispositivo de segurança fez nesse momento e eu chorei de nervoso e dor. Mas rindo de desespero. Foi uma coisa estranha. Se eu voltaria? Coom certeza!!

Colado na Phoenix ficam as Kiddie Rides, que são aquelas atrações que as criancinhas se amarram: os aviõezinhos que ficam rodando e etc.

E ainda tem uma lojona, a Christmas Town Preview Center. Ela vende tickets pro evento de Natal do parque. Ao que tudo indica é uma loja sazonal também, porque em alguns reviews eles falam de tickets do Howl-O-Scream, o halloween do Busch Gardens.

Seguindo na diagonal dessa loja, você vai chegar no pórtico que eu te falei pra não atravessar ainda. Agora tá liberado. Atravesse-o, passe uma ponte sobre os trilhos do trem e você estará no:

CONGO

Logo que passar a ponte, você já vai ver o Ubanga-Banga Bumper Cars, sim, os carrinhos de bate-bate, clássicos de parques. Não tem muito o que explicar deles, porque todo mundo conhece esse brinquedo. Esqueci de avisar que, saindo da ponte, há três possíveis caminhos: o da esquerda leva ao bate-bate e depois à próxima área do parque. O da direita leva à Congo-Kinshasa Station, outra estação do mesmo trenzinho que viaja pelo parque.

Congo-Kinsasha Train Station

Congo-Kinsasha Train Station

Já a do meio conduz à entrada da Kumba, que é uma atração à parte. Se quiser pagar de culto, conte esse fato aos seus companheiros de viagem: Dizem que se você consegue ouvir o rugido de um leão na savana, é porque você adentrou o território dele. Os nativos chamam esse rugido de Kumba. Se isso for mesmo verdade, então o parque é o território desse leão, porque o som da montanha-russa é ouvido de qualquer canto do terreno. Sim, ela foi feita pra emitir um som de rugido igual ao do felino. Outra curiosidade é que essa montanha tem um dos maiores loops verticais do mundo. E o deslocamento de ar que você recebe na cara, estando em qualquer carrinho, é algo de monstruoso. HIPER RECOMENDO.

Saindo dali você segue mais pro fundo do parque e chega no Congo River Rapids, onde você vai sentado numa boia para 8 pessoas por corredeiras bem pesadas e íngremes. Prepare-se para sair encharcado.

Pronto, acabou o Congo. Atravesse uma ponte sobre as corredeiras e deixe o bate-bate à sua esquerda. Siga em frente para chegar em

JUNGALA

É uma área que se assemelha muito às florestas que servem de habitats a orangotangos e tigres. Inclusive você vai poder ver esses animais de pertinho aqui. As atrações são o Jungle Flyers, onde os jovens aventureiros vão poder voar em asas delta em cabos de vários níveis e três diferentes padrões de voo.

O The Wild Surge é tipo um elevador do mal. Primeiro ele te lança acima de uma cachoeira, o que te dá uma visão sensacional da vila na floresta abaixo. Depois ele despenca de uma altura de quatro andares para o fosso da mesma cachoeira. E ainda tem o Tree-Top Trails, que é um mega labirinto sobre árvores, com pontes, redes de corda, tubos pra engatinhar. É uma área muito especial pras crianças. De atrações “gratuitas” é isso. Tem as reserváveis que são pagas (lembrando, elas vão estar listadas no final com os respectivos preços).

Ademais ainda há dois restaurantes e uma loja de souvenires. O Orang Café é uma excelente parada para um lanchinho da tarde, com orangotangos de companhia, mas é sazonal. Bem divertido, né? O Bengal Bistro é um restaurante com mais opções caso você esteja lá na hora do almoço, com saladas, sanduíches e hambúrgueres. A loja se chama Tiger Treasures e vende brinquedos e lembrancinhas de tigres e orangotangos.

Seguindo por um caminho mais estreito você chega na outra estação do Skyride (lembra o teleférico do parque que sai da Cheetah Hunt? Ele acaba aqui). Mas isso já é em

STANLEYVILLE

À direita, depois de uma praça larga, fica o Tanganyika Tidal Wave, que tem apenas uma intenção: te molhar. E muito. Você entra num barquinho pra quatro pessoas. Ele sobe uma vez e despenca, te encharcando e acabou. Nem é muito divertido, não. Eu dei muita sorte de ter sentado atrás e ter duas pessoas um pouco altas na minha frente (meu amigo, que é mais alto que eu e o meu irmão mais novo, que é mais baixo, mas é pouca coisa) e eles bloquearam a água.

Já à esquerda fica o Stanley Falls Flume (quem já jogou Roller Coaster sabe o desespero que era até desbloquear esse brinquedo). Ele é bem simples também e vale a ida só pros viciados no jogo de computador. Ah sim! Ele molha bastante também. Então vale a ida se estiver muito calor também.

É nessa zona do parque que teve uma das atrações mais aguardadas e comentadas de todos os tempos, a Sheikra (ou SheiKra, tanto faz). Uma montanha-russa que sobe 200 pés (60 metros) e despenca verticalmente, atingindo uma velocidade de 112 km/h e já sei em um loop vertical. Ela tem outra queda de 90°, um pouco menor mas tem uma diferença da primeira. Na segunda não há pausa, enquanto na primeira depois de frear, ela fica por 6 segundos com o primeiro carrinho suspenso antes da queda. A emoção é indescritível e pra quem gosta de adrenalina, é uma das atrações que devem ser repetidas.

SheiKra

SheiKra

Bem embaixo da montanha-russa, você tem o SheiKra Sweet Treats, que é uma lojinha de doces e lanchinhos rápidos. O sorvete de casquinha de lá é hiper recomendado.

E do outro lado da montanha, tem o Zambia Smokehouse, um estilo de Outback, com buffet e pratos a la carte, muito bom. E você pode comer na área externa, vendo todo o poder a SheiKra, ou em um salãozinho interno, bem abafado. O que interessa é que a costela com barbecue de lá é o melhor prato e não é caro, servindo muito bem duas pessoas.

Se você quiser alguns itens ou roupas de skate e surf, corre pro Kariba Marketplace, e compre roupas e materiais da Quiksilver, Fox ou Roxy.

Ainda tem a Stanleyville Train Station, a última estação de trem (eu avisei que isso ia poupar suas pernas?). Só lembrando que os trens têm horário. Se informem com os mapas e relógios nas estações.

Passando um viaduto sobre os trilhos desse trem, você chega na área mais nostálgica do parque e super divertida pras crianças, a Sesame Street Safari of Fun.

SESAME STREET SAFARI OF FUN

Mas antes de chegar nessas atrações tão legais, saiba que aqui era tudo área do Bird Gardens, por isso algumas atrações estão meio espalhadas e misturadas. Por exemplo, logo na frente desse viaduto tem o Lory Landing, uma atração em que você recebe um copinho com néctar pra atrair os pássaros e dezenas de periquitos e outros mergulham e pousam em você pra conseguir tomar um pouquinho do seu copinho.

Agora sim, siga em frente e você vai chegar já na Children’s Rides & Play Elements que mistura uma infinidade de atrações para crianças. Os pais nem precisam de muita paciência aqui, porque enquanto as kids brincam, eles podem se lembrar da infância, tirando foto com os personagens da Vila Sésamo. Do lado dos brinquedos, tem o restaurante Dine With Elmo & Friends no qual é necessário fazer reserva, e sim, os personagens estarão lá pro seu almoço, ou jantar.

Ali pertinho tem a Air Grover, uma montanha-russa infantil (mas os grandinhos também podem ir) em que o Grover é o piloto de um avião que vai dar várias voltas pelo Saara. Por trás da entrada dele, tem mais uma atração do Bird Gardens, o Gwazi Park, que na verdade só é aberto para eventos especiais. Nem percam tempo tentando entrar ali, se não houver shows anunciados.

Saia da Air Grover e vá pra Abby Cadabby’s Treasure Hut e compre algumas lembrancinhas desse lugar. É uma das poucas chances que você terá de encontrar produtos licenciados da Vila Sésamo por aí. De frente pra loja tem o Sunny Day Theater, onde é exibido várias vezes ao dia o espetáculo A is for Africa; um musical contando histórias bem didáticas e imaginativas, pelos personagens da série.

Já na saída dessa área, tem o 1-2-3 Smile with Me, que é o local onde os personagens ficam pra tirar fotos.

Siga em frente e você chegará no

BIRD GARDENS

Poucas atrações aqui e, em sua maioria, animais e teatro. No meio de uma lagoa fica o Bird Gardens Theater, onde rola o Critter Castaways, um show celebrando a conexão entre os humanos e os animais. Tem ainda várias atrações animais com aves, tipo o Eagle Canyon, o Aviary Walkthrough, a Flamigo Island; ou outros animais, tipo o Backyard Wildlife Habitat e o Jack Hanna’s Animal Adventure. Tem ainda o Gwazi Pavilion que só abre em eventos especiais.

EXCLUSIVE PARK EXPERIENCES

Essas são atrações extras, que são pagas e algumas têm horários definidos, portanto se preparem.

O Serengeti Safari custa de US$ 19,00 a US$ 39,00 por pessoa (depende da época) e você vai poder passear entre os animais da Serengeti Plain alimentar alguns à mão enquanto aprende sobre seus nichos ecológicos. A administração do parque recomenda que se pegue o convite cedo ou até uma hora antes do seu passeio. Junto com o ingresso vem um mapa e instruções sobre onde esperar o seu guia.

O Sunset Safari acontece no mesmo lugar, mas é no final da tarde. Custa US$ 39,95 mais taxas por pessoa e só é permitido para maiores de 21 anos. Você alimenta os animais e passeia entre eles do mesmo jeito. O diferencial é que é ao pôr-do-sol e que ao final do passeio você ganha uma bebida pra brindar.

O Elite Adventure Tour é um passeio exclusivo, com um guia do parque, por 7 horas. É caro, custa US$ 199,99 mais taxas, fora o ingresso do parque que é obrigatório. O que eu ganho pagando tudo isso? O guia, furar todas as filas (menos se você quiser ir no primeiro carrinho dos brinquedos), passear bem pertinho dos animais, um almoço no Crown Colony Cafe e um café da manhã continental. Devem ser feitas reservas antecipadamente, com grupos de no mínimo 2 pessoas, e todas devem ter mais de 5 anos. O almoço, o café e o “safári” estão inclusos.

O Guided Adventure Tour é bem semelhante, mas dura 5 horas, você não ganha o café da manhã, mas ganha o almoço em um dos restaurantes, pode furar filas da maioria dos brinquedos, e vai no safári em um carro aberto. Custa US$ 94,99 (84,99 para crianças entre 5 e 9 anos).

O Serengeti Night Safari acontece depois do fechamento do parque, ou seja o ingresso não é necessário. Custa US$ 60,00 por pessoa mais taxas e só admite maiores de 21 anos. Eles servem bebidas e aperitivos antes de te levar pra conhecer os animais. Depois de duas horas de passeio, você volta pro acampamento, onde os guias contarão histórias do Serengeti em volta de uma fogueira. Ao final eles servem café (não é da manhã) e sobremesas. Não é oferecido todas as noites, e pelo fato de que esse passeio é a pé, não são admitidas cadeiras de rodas.

No Elephant Insider você acompanha os cuidadores de elefantes no treinamento. O mínimo de idade permitido é de 10 anos, cadeiras de rodas não são permitidas. Custa US$ 19,95 e acontece durante as horas do parque, ou seja, ingresso necessário.

No Jungala Insider, você passa por baixo da área dos tigres e orangotangos e pode interagir  com eles mais de perto. Converse com os cuidadores e descubra como eles protegem os tigres de bengala e os orangotangos de Bornéu. A idade mínima é 5 anos e custa US$ 19,95 por pessoa.

A Elephant Keeper Experience e a Tiger and Orangutan Keeper Experience são semelhantes às de cima, mas você tem um guia, o passeio dura 90 minutos e você pode interagir melhor com os animais. As reservas são de grupos de até seis pessoas e custam US$ 199,95 mais taxas por grupo. As reservas devem ser feitas com pelo menos 24 horas de antecedência. A idade mínima é de 10 anos e os participantes devem ter capacidade de subir lances de escadas, levantar 15 libras (7kg) e seguir instruções. A entrada no parque não está inclusa no valor e é requerida.

E finalmente o Keeper for a Day, onde você acompanha o staff do zoológico e cuida dos animais com eles. Sim de todos os animais. É um tour de 6 horas e meia, no qual você vai poder alimentar girafas e antílopes, cuidar dos pássaros, tirar milhões de fotos excelentes. As reservas devem ser feitas com uma semana de antecedência, pelo menos. Custa US$ 249,95 por pessoa, mas o ingresso do parque e o almoço no Crown Colony Cafe estão inclusos. Idade mínima: 13 anos.

Mapa do Parque

Mapa do Parque

3 Lugares para Conhecer no Rio de Janeiro

Dicas da Camila Furtado

Camila Furtado (Facebook)

De dia:

Mirante Dona Marta – Não é todo mundo que vem ao Rio de Janeiro podendo gastar R$ 100 nos passeios mais turísticos e clichês da cidade: Corcovado e Pão de Açúcar. O Mirante Dona Marta tem uma das vistas mais bonitas da cidade. Tira o fôlego até mesmo dos cariocas, habituados a essa vista todos os dias. Tem acesso pelas Paineiras (o mesmo caminho que o trem do Corcovado faz). É possível chegar ao mirante de carro ou pelo teleférico da comunidade Dona Marta. O passeio é gratuito.

Endereço: Estrada do Mirante Dona Marta s/n – Cosme Veho

Praça Floriano – Fica no centro da cidade, mais precisamente na Cinelândia. É uma parte do centro onde estão localizados prédios históricos e lindíssimos, como o Teatro Municipal, o Cinema Odeon, a Câmara Municipal e a Biblioteca Nacional. A praça também é palco de exposições ao ar livre. Existem muitos restaurantes deliciosos pela área, com destaque para o Tarantino e os clássicos Amarelinhos e Verdinhos da Cinelândia. Entre os dois restaurantes existe um quiosque bem pequeno e com cara de antigo, que vende pedaços de torta. Não se deixe enganar pelo lugar; a família, dona do ponto há mais de 20 anos, tem pedaços de tortas deliciosas (a de três chocolates é sensacional!) por preços muito camaradas. Fica lotado na hora do almoço.

O melhor acesso à Cinelândia é pelo metrô e da praça é possível ir andando até os Arcos da Lapa, a Catedral São Sebastião e o Monumento aos Pracinhas.

Santa Teresa – Um dos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro. Se programe para ir durante o final de semana e conferir a feirinha que existe no bairro. Por ser no alto, a vista do centro e da Baía da Guanabara é lindíssima! Um dos lugares que não se pode deixar de visitar em Santa Teresa é o Parque das Ruínas. É uma casa antiga, muito bonita e a vista do local também é incrível.

Indo da Lapa para Santa Teresa existe a escadaria Selarón. Local bem famoso, que serviu de cenário para clipes, novelas e filmes mundo a fora. A subida da Lapa para Santa Teresa não é tão confortável, nem tão rápida, quanto indo pelo bondinho, mas pela escadaria vale gastar uns minutos a mais no trajeto.

À noite

Casa Rosa – A Casa Rosa é um lugar que eu gosto muito! É um casarão antigo, do início do século, que era usado antigamente como cabaré. É um local bem eclético, com muitos espaços, é barato e o ambiente é muito agradável. Recomendo visitas às sextas-feiras, onde em uma pista sempre tem MPB/Samba e em outra Hip Hop/Funk. A cerveja é liberada até as duas da manhã e as mulheres possuem bares exclusivos para fugir da fila.

Endereço: Rua Alice, 550 – Laranjeiras

Site: http://www.casarosa.com.br/

Voluntários da Pátria – Para quem não quer muita agitação e prefere um barzinho para sentar e conversar, o Baixo Botafogo é uma ótima pedida. São diversos bares localizados na Rua Voluntários da Pátria e Nelson Mandela, que ficam bem cheios a partir das 19h. Destaque para o Colarinho que tem o chopp geladíssimo e uma carta de cervejas internacionais (para acompanhar peçam o bolinho de feijoada, delicioso!) e para o Shooters, um bar que é especializado em combos de shots. Ainda em Botafogo existem filiais de bares famosos no Rio de Janeiro, como o Devassa, Plebeu e o Informal.

Endereço: Ruas Voluntários da Pátria e Nelson Mandela, Baixo Botafogo

Casa da Matriz – Este é provavelmente o lugar que mais fui aqui no Rio. Adoro! É uma night um pouco mais alternativa. A casa conta com duas pistas, sendo geralmente uma de pop e uma de rock. O ambiente é muito bacana e a casa tem um espaço cheio de jogos antigos de fliperama, como PacMan! A casa está aberta às quintas, sextas, sábados e domingos. Não deixe de experimentar o drink “Mate-me, por favor”; é o melhor drink da casa.

Endereço: Rua Henrique de Novaes, 107 – Botafogo

Site: http://beta.matrizonline.com.br/casadamatriz/

Para comer (de dia e/ou de noite)

Café da Manhã no Forte de Copacabana – O Forte de Copacabana, além de possuir um visual lindo, possui uma filial da Confeitaria Colombo, provavelmente a confeitaria mais tradicional do Rio de Janeiro. Os pães, os cafés e os doces são deliciosos! A entrada do Forte custa R$ 6,00 (estudantes pagam meia). O local tem estacionamento próprio e é possível ir até a estação de metrô Cantagalo e andar (um pouco, não vou mentir) até o Forte.

Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco nº 1 Posto 6 Copacabana

Site: http://www.fortedecopacabana.com/

Balada Mix – Balada Mix é um restaurante com a cara do clima carioca. O restaurante possui, durante a semana, cardápio executivo, além de contar com um menu recheado de deliciosos sanduíches e sucos. Recomendo que experimentem o suco de uva com cacau e o sanduíche de filé mignon com shitake e queijo brie. Delicioso! Os pratos e os sanduíches são muito bem servidos. Se for fazer uma visita, dê preferência às filiais da Barra da Tijuca e de Ipanema; são as mais bonitas.

Endereço: Rua Anibal de Mendonça, 35 – Ipanema

Avenida Érico Veríssimo, 805 – Barra da Tijuca

Site: http://baladamixrestaurante.com.br/index.php

Praia – Fiquei pensando durante muito tempo em um restaurante que tivesse comida tipicamente carioca. O problema é que o Rio de Janeiro não tem uma comida que seja típica. É uma mistura de cultura e sabores e nada acaba sendo 100% carioca. Mas se tem um lugar com uma comida que o carioca sempre come, quando vai, é a praia. Quando for à praia no Rio de Janeiro, não deixe de tomar o mate “de praia” (os vendedores até viraram patrimônio histórico da cidade), que você pode dosar a quantidade de mate e de limonada que quer no seu copo. É refrescante, gostoso e a cara de um dia no Rio. Para acompanhar, tem que ser Biscoito Globo, é claro! Doce ou salgado, o biscoito é delicioso e, na saída da praia, não deixe de tomar um açaí. Batido com banana e granola, por favor!

Aplicativo Legal de Viagem

Você está lá, felizão (ou felizona) organizando sua viagem e chega a hora mais tensa e procrastinada de todas: arrumar a mala. Vocês também têm a sensação eterna de que estão esquecendo alguma coisa, porque não fizeram uma lista? Na real, dá muita preguiça fazer uma na mão, só pra jogar um monte de coisa na mala, né? É muito mais confortável achar que vai lembrar de tudo e rezar pra não ter esquecido sua escova de dente. Que tal se algum gênio tivesse criado um aplicativo com os itens mais necessários pra vários tipos de viagens?

Pois foi isso que fizeram! O aplicativo que, de acordo com o desenvolvedor, só funciona pra Apple (mas eu não testei se tinha compatibilidade em nenhum outro aparelho também), se chama Lista Viagem, é bem intuitivo, com os itens meio que pré-separados em categorias do tipo: roupas, calçados, bebê, snowboard, higiene pessoal, roupa íntima. Você começa fazendo o nome da lista (de preferência o nome da cidade que você vai, pra não se confundir) e depois vai selecionando os itens que tem que levar. Itens selecionados, vão aparecer quadradinhos na frente deles, onde você vai colocar o número (quantidade) de cada um. Pronto! A lista está montada! Você pode mandá-la por email, imprimir ou só deixar salva no aparelho mesmo. No dia de montar a mala, você checa a lista e, os itens que já estiverem na bagagem, você clica em cima e eles ficam marcados.

Ah! Outra coisa excelente, você pode ativar um alarme que, se você sair do quarto com o celular, ou tablet enquanto a mala não está pronta, fica apitando pra você voltar e terminar logo. E o aplicativo permite fazer várias listas, se você é uma pessoa que viaja muito, mas nunca lembra se é a lazer ou trabalho, ou se é esquecido e neurótico (meu caso), recomendo!

A interface dele é bem simples, é fácil de mexer e bem intuitivo. O problema? É pago, custa US$ 1,99.

Ícone do Aplicativo

Interface do Aplicativo

Caio F.A.

Fim do visto para União Europeia

REPRODUÇÃO GOOGLE

Foi divulgado ontem no Diário Oficial da União um acordo firmado entre Brasil e UE que isenta brasileiros e/ou europeus de apresentar visto para viagens de curto prazo. A notícia é ótima pra quem deseja ir pra Europa para passear, mas melhor ainda pra quem precisa fazer uma viagem a negócios, já que essas são, normalmente, de curtíssimo prazo.

O acordo diz que todos os países da UE, com exceção de Irlanda e Reino Unido participam do acordo e, basta apenas apresentar um passaporte dentro do prazo de validade – 5 anos a partir da emissão. O acordo estende-se para os países do acordo Schengen (Islândia, Noruega e Suiça).

Viagens de até 3 meses não precisarão de visto, podendo esse prazo ser estendido de acordo com as leis nacionais de cada país.  O viajante poderá percorrer qualquer país e o prazo será contado a partir da primeira entrada na UE. Qualquer cidadão brasileiro poderá usufruir do benefício uma vez a cada 6 meses. O acordo é válido para qualquer forma de entrada no país: avião, carro, navio, a pé, etc.

O acordo é válido para:

– viagens turísticas;

– visitas familiares;

– viagens a negócios (como congressos, reuniões, assinaturas de contratos) desde que não sejam financiadas pelo governo;

– participação esportivas e/ou artísticas desde que os envolvidos não recebam valores monetários por suas participações e/ou prêmios em dinheiro.

No decreto também diz que qualquer uma das partes pode pedir quebra de acordo a qualquer momento, desde que anunciada para a outra com antecedência de 2 meses.

As informações completas estão no site da Imprensa Nacional com todos os termos do acordo. Vale acessar aqui, porque o termo é fácil de ler e não deixa nenhuma dúvida.

E essa é uma notícia boa não é? Será que o brasileiro vai mudar a rota e começar a atravessar mais o Oceano? Eu (e o governo também) espero que sim.

Bjks

Senta o Pé Recomenda: 2º Festival de Gastronomia & Cultura da Roça

Quem não pensa nas comidinhas que as vovós fazem e dão um suspiro, não sabe o que está perdendo. Pensando nisso os organizadores do Festival de Gastronomia & Cultura da Roça resolveu usar “Comida da Vovó” como tema para a segunda edição do evento que acontece em Gonçalves, sul de Minas Gerais, entre os dias 19 e 28 de Outubro.

DIVULGAÇÃO

O evento acontecerá na Clube Recreativo onde será organizado uma praça de alimentação chamada de Praça dos Sabores e dos Saberes e terá, além da comilança rs, recitais, shows, teatro e artesanato como atividades para entreter o público presente.

Para preparar os quitutes foram convidados 11 restaurantes locais, 2 botecos, 5 empórios e 1 cafeteria que mostrarão receitas de família. “Fizemos um convite aos integrantes para buscarem as receitas das suas próprias famílias”, diz Marília Ribeiro, diretora do departamento de turismo de Gonçalves.

© Jair Magri – REPRODUÇÃO

Os pratos principais, inspirados nas receitas de família, terão o custo de apenas R$10,00 durante o evento e poderão ser saboreados nos próprios restaurantes de 28 de Outubro a 25 de novembro, mas com preço a critério da casa.

Além dos pratos criados especialmente para o Festival, será possível saborear a Quirerada, prato típico da cidade feito de costelinha de porco, molho de tomate e quirera (canjica). Além da versão tradicional que pode demorar até 7 dias (isso mesmo, 7 DIAS) para ficar pronto, será apresentado uma versão vegetariana com legumes, ervilha e provolone. O prato é servido com feijão e vinagrete.

REPRODUÇÃO

E como não poderia deixar de ser, todos os pratos serão cozidos em forno a lenha, que ficará aberto para visitação do público e para preparação de acompanhamentos tipicamente mineiros como broa de fubá, pão de queijo, lombo, truta e frango caipira.

Recapitulando:

O que: 2º Festival de Gastronomia & Cultura de Roça

Onde: Clube Recreativo, Rua Coronel João Vieira, 155, Centro, Gonçalves, MG

Quanto: entrada gratuita. Prato em média R$10,00

Quando: de 19 a 28/10 no Festival e de 29/10 a 25/11 nos restaurantes participantes

Contato: (35) 3654-171

Dica imperdível pra quem quer fazer uma viagem tranquila, aproveitar pra descansar e comer muito bem.

bjks, Cami

Sentando o pé pra praia!

E a primavera chegou, daqui a pouco é o horário de verão e logo em seguida as férias. Com elas chegam os dias de ir para a praia e já que não temos mais nenhum feriadão (somente feriadinhos) dá uma escutada nessa playlist e já vai pensando nas suas músicas pra curtir sob a luz da lua, com cerveja, um violão e gente animada e sem vergonha de desafinar.

 

Pra ouvir é só clicar na imagem – © 2012 – Wellington Oliveira

 

 

Espero que vocês gostem e podem mandar mais sugestões, porque a chegada do próximo outono tem música boa pra ouvir.

bjks,

Cami

 

3 Lugares para Conhecer em Belo Horizonte

Dicas da Juliana Mori

Juliana Mori © 2012 – Camila Valeriano

De dia:

Lagoa da Pampulha – Apesar de ser um pouco mal cheirosa, é linda e vale muito a pena conhecer as obras do Oscar Niemeyer.

Endereço: Av Otacílio Negrão de Lima, s/ nº, Pampulha, Belo Horizonte, MG

Site: http://www.lagoadapampulha.com.br/

Topo do Mundo – É um restaurante que fica mais afastado da cidade e possui uma vista muito bonita. Podem pagar para saltar de paragliding.

Endereço: Estrada da Serra, s/nº, Serra da Moeda – Piedade do Paraopeba, Brumadinho, MG

Horário de Funcionamento: 4ª a Sábado: 12:00 a 01:00

Domingos: 12:00 as 19:00

Site: http://www.topodomundo.com/

Feira “hippie” – A feira é conhecida por esse nome, não sei se tem um mais formal. Ótimo lugar para fazer compras. Acontece todos os domingos pela manhã.

Endereço: Av Afonso Penna, Centro, Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento: domingos das 07:00 as 14:00

Site: http://www.feirahippiebh.com/v2/index.php/pt-br/

À noite:

Circus Rock Bar – Pub para quem curte rock.

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 2010, Lourdes, Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento: Quinta a sábado a partir das 21h

Domingos a partir das 19h

Site: http://www.circusrockbar.com.br/

Canapé – O lugar oferece petiscos alemães. Tem dias com quiz e prêmios, stand up e música ao vivo.

Endereço: Rua Major Lopes, 470, São Pedro, Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta a partir das 18h

Sábados a partir das 20h

Site: http://www.canape.com.br/sitenovo/index.php

Praça do Papa – Tem um visual maravilhoso da cidade toda!

Endereço: Praça Governador Israel Pinheiro, s/nº, Mangabeiras, Belo Horizonte, MG

Site: http://www.belohorizonte.mg.gov.br/local/praca-do-papa

Para comer (de dia e/ou de noite): 

Eddie Fine Burgers – É uma boa pedida pra quem gosta de sanduíches e coisas antigas.

Endereço: Rua da Bahia, 2652, Lourdes, Belo Horizonte, MG

Shoppings: Pátio Savassi, BH Shopping e Diamond Mall

Site: http://www.eddieburger.com.br/

Udon – Ótimo restaurante de comida japonesa.

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 1965, Lourdes, Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento: diariamente a partir das 18h

Site: http://www.redegourmetbh.com.br/casa_participante.php?tit=udon&id=6

Dragon Center – Comida chinesa barata e à vontade.

Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 455, Savassi, Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento: segunda a sexta das 11:30 as 15:00 e das 18:00 a 0:00

Sábado e Domingo das 12h as 16h e das 18:30 a 0:00

*todas as datas e horários foram retirados do site dos fornecedores e/ou guia de BH e estão sujeitos a alteração.

Orlando Parte III – Disney Hollywood Studios

E agora, o último parque de diversões da Disney, o que tem o famoso Elevador que despenca e milhões de shows. Bom, como vocês puderam perceber até agora, todos os parques são temáticos (Theme Parks, em inglês dá uma boa dica, né?) e esse não seria diferente. O tema dele é Hollywood. Então as ruas do parque serão nomeadas como as do distrito da Califórnia. Sem mais enrolações, vamos começar.

Esse parque não é dividido em áreas específicas com brinquedos que remetem ao tema da área. Ele todo é relacionado ao cinema e à vida em Hollywood. Inaugurado em maio de 1989, em resposta à intenção da Universal criar um parque sobre seus estúdios na Flórida. Até 2008 o parque se chamava MGM Studios, então aos que foram há muitos anos, não se assustem, o parque não sumiu, só mudou de nome. No ano de estréia, ele tinha quatro atrações prontas e uma em progresso. No ano seguinte eles deram início a um show de fogos e abriram mais um brinquedo. Era um parque curto, longe de durar um dia de brincadeira; hoje mal cabem horas em tantas coisas a se fazer.

Os marcos desse parque são, uma bola metálica com o Mickey em cima, uma caixa d’água em que a tampa são as orelhas do rato e, o principal, o chapéu do Mickey Feiticeiro. Tem várias atrações, focando bastante em apresentações teatrais e cinematográficas. Sem falar nos shows que acontecem nas ruas do parque (todos com horário, cheque o guia do parque que vem junto com o mapinha), e os encontros com os personagens (quem for, tire fotos com o soldadinho verde do Toy Story e me manda, por favor!).

O Chapéu do Mickey Feiticeiro

A avenida que começa no portão do parque e acaba na praça do chapéu é a Hollywood Boulevard, mas se antes de chegar na praça você virar à direita, você cai na Sunset Boulevard. E é aqui que você vai encontrar os brinquedos mais concorridos do parque, o show mais antigo e o mais novo também. Um dos mais antigos e mais concorridos, sem dúvidas é The Twilight Zone Tower of Terror, que fica bem no finalzinho da rua. Nele você entra no The Hollywood Tower Hotel, um hotel que foi abandonado nos anos 20, depois de um acidente estranho – um raio atingiu o elevador social, que desapareceu e, desde então os fantasmas dos que estavam dentro dele assombram o hotel. Você vai entrar no elevador de serviço, pela sala das caldeiras, pra tentar descobrir o que realmente aconteceu e onde pode estar aquele elevador. O brinquedo tem em torno de 5 minutos e tem por volta de 30 combinações diferentes de queda – de uma altura de um prédio de 13 andares – ou seja, dificilmente alguém que você conheça vai ter tido a mesma experiência que você (a não ser que vocês tenham ido juntos). É um dos brinquedos que vale pegar o FastPass (um ticket gratuito que te dá acesso à fila mais rápida, mas tem horário marcado pra você voltar ao brinquedo e só são permitidos 3 por dia, por ingresso), porque fica meio cheio em alta temporada.

The Twilight Zone Tower of Terror

Dicas: Cadeirantes devem ser capazes de se transferir para o banco do brinquedo; na primeira parte do brinquedo tem um filminho da Twilight Zone, existe um fone com o áudio em várias línguas (que serve para vários brinquedos, aliás), basta pedir no Guest Relations, na entrada do parque.

Ainda aqui na Sunset Boulevard você pega o outro brinquedo mais cheio do parque, a Rock ‘N’ Roller Coaster Starring: Aerosmith, uma montanha-russa indoor. A ação toda acontece no escuro, com loops sensacionais e espirais bizarros. Antes de falar mais sobre o brinquedo em si, preciso falar sobre a fila. Ela simula o interior da Virgin Records (aliás todas as filas são incríveis e você se distrai muito nelas) e em um certo momento você chega no estúdio de gravação onde o Aerosmith está ajeitando uma música. Eles notam a platéia e enquanto conversam, são interrompidos pela agente deles que diz que eles estão atrasados pra um show do outro lado de Los Angeles. Eles dão uma conversada com ela e conseguem ingressos pra todo mundo com acesso a backstage, mas como toda aquela galera vai pro show? A agente consegue uma limousine super-stretch e hiper rápida, que vai pegar todo mundo no beco atrás da gravadora. Aí vpcê pega uma segunda fila, mais rápida. Quando você entra no carrinho e abaixa a proteção, as duas caixas de som que ficam no encosto de cabeça explodem no máximo com Aerosmith (quem curte, vai achar sensacional. Eu achei). O interessante dela é que ela já sai acelerada, indo de 0 a 102 km/h em 2,8 segundos. E você corta a cidade dos Anjos inteira de noite, passando por dentro de marcos históricos, outdoors e etc. No final, uma loja com produtos musicais e relacionados ao Rock’n’Roll e, principalmente ao Aerosmith. Essa é outra atração que vale o FastPass.

The Rock ‘N’ Roller Coaster
Starring: Aerosmith

Importante: Tem acesso a cadeirantes, que devem ser capazes de se transferir para o carrinho e aos que usam os ECVs (aqueles carrinhos elétricos, tipo cadeiras de roda) devem passar pra uma cadeira pra seguir na fila.

Fun fact: na hora do vídeo, tinha um ator de verdade que participava, levando uma guitarra para a limo. A cada apresentação, até que finalmente digitalizaram isso também e libertaram o pobre coitado.

Ainda nessa pista existem dois teatros:

O Theater of the Stars passa o musical da Bela e a Fera, inspirado na Broadway e durando 30 minutos, é uma daquelas apresentações que você não pode perder. Mistura balé, com as músicas do filme. Começando com “Belle” que é a música da abertura do filme, você ainda ouve “Tale as old as Time” que é a valsa do castelo, “Be Our Guest” que é a música do jantar (uma das melhores partes da peça, se não a melhor), “Gaston”, “The Mob Song” e “Something There”. A fila antes de cada apresentação tende a ser grande, mas cabem 1500 pessoas no teatro – que é coberto – então não se preocupem. Existem vários horários de apresentação durante o dia, no guia do parque estão todos relacionados, encontre o que se encaixa melhor ao seu planejamento.

A Bela e a Fera

Dica I: para quem tem problemas auditivos, há um aparelho que ajuda a escutar melhor à disposição no Guest Services; basta requisitar o Assistive Listening Device (ou Hearing Aid System). E tem descrição em áudio para os cegos, ou com visão muito ruim.

Dica II: o teatro é acessível a cadeiras de rodas.

E tem o Hollywood Hills Amphitheater, onde acontece o “Fantasmic!”, um show de luzes e personagens, no qual o Mickey Feiticeiro enfrenta os piores vilões da Disney que ousam entrar em um sonho dele e torná-lo um pesadelo. Dura aproximadamente 30 minutos e só é exibido no final do dia (porque de noite dá pra ver melhor as luzes), dependendo também das condições climáticas (se chover canivetes, desista, porque eles vão cancelar). O anfiteatro, com capacidade para 10.000 pessoas (em ampliação para caberem mais mil), abre 90 minutos antes do show e tem animadores na platéia, pra espera não ficar tão tediosa. Mas lembrem-se, são americanos fazendo piadinhas de americanos (não é tão engraçado assim). Tem uma barraquinha que vende uns lanchinhos pro povo se acalmar (mas ela lota, então carregue sua paciência com você). Os sons são altos, a platéia é escura, tem pirotecnia e muitas luzes, sem contar com os vilões, então se suas crianças forem meio sensíveis, elas podem se assustar um pouco (não é incomum ver pais saindo com os filhos aos prantos). No finalzinho um navio passa no laguinho (de mais de 7 milhões de litros de água), com vários personagens cantando, dançando e acenando pra platéia. As montanhas medem 17 metros e o dragão tem 15 metros de altura e 15 de envergadura.

O Mickey e suas magias

Dica I: cadeirantes podem ficar nas suas cadeiras, porque a área superior é acessível.

Dica II: tem sistema de auxílio a quem tem problemas auditivos (aos surdos o aparelho vem com uma telinha semitransparente que dispões as legendas, enquanto você assiste).

As opções de comidas aqui ficam numa praça de alimentação bem organizada e são: Starring Rolls Cafe, que serve produtos de porções pequenas, tipo salgados, sanduíches, café, e até sushi. Tem a Toluca Legs Turkey Co., que serve coxas de peru defumadas. O Anaheim Produce serve frutas frescas, margaritas e raspadinhas. O Rosie’s All American Cafe serve nuggets de frango, hambúrguer Angus e sanduíches vegetarianos. Ainda tem o Catalina Eddie’s que vende pizzas, sanduíches e saladas Caesar (sensacionais, inclusive) e a Fairfax Fare que vende saladas, cachorros-quentes e defumados.

Saindo da Sunset Boulevard e virando na ruazinha à direita, você entrou na Animation Courtyard, que tem três atrações apenas. à esquerda está o Disney Junior – Live on Stage!, que é um teatro pras kids pré-escolares. É um teatrinho com personagens do Clubhouse Disney (do Disney Channel), como Handy Manny, Jake and The Neverland Pirates, Little Einsteins e Mickey Mouse Clubhouse. Tem historinhas curtas de cada um desses programas, enquanto Mickey e seus amigos preparam uma festa surpresa pra Minnie. Prepare-se para sentar no chão, já que não tem cadeiras, e os pequenos são convidados a cantar e dançar junto com os personagens (só que em inglês). Dura 20 minutinhos e vale a pena pra animar as crianças. Os cadeirantes podem ficar bem calmos, porque as cadeiras podem entrar.

Disney Junior – Entrada

Dica: não sente nas primeiras fileiras, porque o palco é alto e não vai dar pra ver muito. Sentar do meio pro fundo é mais jogo.

E à direita você encontra o The Magic of Disney Animation, que é um pavilhão com algumas atividades relacionadas às animações e desenhos da Disney. Começando por um teatro no qual um animador traz o Mushu (o dragão da Mulan) pra tela. Tá, o animador não é lá um grande mestre de cerimônias (afinal ele é um desenhista e não um apresentador), mas as tiradas cômicas do dragãozinho valem a estranheza do momento, bem informativo e agrada a todas as idades. Na próxima estação existe uma seleção de desenhos com os quais você pode dar uma brincada e alguns personagens ficam recebendo os visitantes. Tem uma estação em que você pode ser a voz de um personagem da Disney, cantando ou falando a sua parte. Em outra você responde um teste pra descobrir qual personagem mais se parece com você. Se você está inspirado, pode pintar o seu personagem. Agora, uma que você NÃO PODE perder é a Animation Academy, onde você vai ter aula com um animador da Disney sobre como desenhar um personagem. Os cursos começam 10:30 e acontecem a cada meia hora, até o parque fechar e costumam ficar mais vazios no fim do dia. E no corredor da saída ainda tem uma linha do tempo com o que a WD conseguiu alcançar em matéria de animação esses anos todos.

The Magic of Disney Animation

Dica I: tem acesso a cadeiras de rodas e a portadores de deficiências auditivas e visuais (mas não tem o aparelho de tradução).

Dica II: os desenhistas geralmente dão os trabalhos feitos na hora para os convidados, mas não custa nada ir lá pedir. E esse é um souvenir grátis, então aproveite!

Saindo dali e indo um pouquinho mais à frente você encontra outro teatro à sua direita e ali acontece o Voyage of The Little Mermaid, que dura cerca de 15 minutos e é uma mistura de teatro musical, com fantoches, com vídeos e efeitos especiais para contar a história da Pequena Sereia. Tem acesso a cadeirantes, deficientes visuais e auditivos e aceita FastPass (não recomendo, porque o espetáculo é rápido e vão várias pessoas de uma vez).

A Viagem da Pequena Sereia

Dica: para uma visão privilegiada, sente no meio da platéia.

Daí siga para a Mickey Avenue para a Walt Disney One Man’s Dream e veja vários itens que remontam à história e ao sonho de Walt Disney ao montar seu mundo encantado, com mais de 400 itens em exposição. Essa atração tem acessibilidade a cadeirantes, deficientes auditivos parciais e totais e deficientes visuais.

One Man’s Dream

Seguindo em frente, você chega na Pixar Place, onde você vai poder entrar na Toy Story Midway Mania! onde você se sentirá reduzido ao tamanho de um brinquedo pela escala dos objetos na fila. E enquanto você espera, o Senhor Cabeça de Batata vai fazer piadas e soltar partes do corpo para deixar tudo mais tranquilo. Depois da primeira parte da fila, você pega um óculos 3D. Ao entrar no brinquedo, cada carrinho suporta quatro pessoas, que vão de costas para o centro e cada uma recebe um canhão de brinquedo e tem que acertar vários alvos. E é dividido em várias partes. O carrinho gira, mas não é um tornado; é uma viradinha pra você ver a próxima tela, apenas. A atração dura 8 minutos.

Senhor Cabeça de Batata na fila do TS Mania

Dica I: Os carrinhos foram feitos pra acomodar a maioria das cadeiras de rodas, mas as elétricas não conseguem se encaixar (mas passam pela fila, você só tem que se deslocar dela pro carrinho do brinquedo), então perguntem aos funcionários do brinquedo onde deixá-las.

Dica II: Tem auxílio para deficientes visuais e suporte para quem não fala inglês, através dos fones tradutores.

Na Pixar Place ainda tem o Hey Howdy Hey Take Away, que serve bebidas gaseificadas, sorvetes, refrigerantes e salgadinhos. É baratinho (em comparação) e dá pra dar uma segurada na fome da tarde ou do meio da manhã.

Adiante você chega numa das maiores áreas do parque, que compreende as ruas Commissary Lane e Streets of America. Se você for seguir o parque no sentido que eu estou falando, você fará o inverso do numerado no mapa. Então o primeiro brinquedo será o Studio Backlot Tour, uma atração que dura cerca de 35 minutos e é dividida em duas partes. Na primeira o grupo fica de pé numa espécie de arquibancada, alguns são selecionados pra fazer parte da brincadeira, que é uma remontagem de uma cena de Pearl Harbor, pra falar de efeitos especiais (se você quiser ser escolhido fique bem à vista e, por que não?, se voluntarie para ir). Depois disso tem uma segunda fila em que você vai entrar num trenzinho e vai conhecer os bastidores do parque, como a área onde são feitas as fantasias dos personagens, a oficina de cenários, vai ver alguns itens dos filmes da Disney casualmente “jogados” por aí. Finalmente vocês chegam ao Catastrophe Canyon, onde outra cena será montada (dessa vez todos participam, inclusive o trem. Não vou contar mais pra ficar na surpresa). No final do passeio o trem te larga na American Film Institute Showcase Shop, onde você vai ver algumas fantasias usadas em alguns filmes, prêmios recebidos e doados por atores ao Estúdio e, obviamente cai numa loja, com temática de filmes.

Catastrophe Canyon

Dica I: o tour é acessível a cadeirantes.

Dica II: para visitantes surdos, marcar com no mínimo 2 semanas de antecedência com o Coordenador de Linguagem de Sinais e ele disponibilizará um intérprete (lembrando que os sinais às vezes diferem de país para país).

Vá adiante e verá uma placa escrita Lights, Motors, Action! Extreme Stunt Show que é um show de dublês com carros, jet skis e motos. Muita ação e efeitos especiais, misturado com um pouco de humor também. A encenação é como se eles estivessem gravando algumas cenas para um filme e rola uma interação com a platéia em alguns momentos. Dura 35 minutos e é uma atração OBRIGATÓRIA no parque. Aceita FastPass, mas eu não recomendo porque é um estádio enorme (cabem 5000 pessoas). Antes do show começar rola um quizz no telão, até todos estarem bem acomodados (não tão bem na verdade, porque os assentos são de alumínio e a cobertura do estádio esquenta bastante, fazendo um calor que os ventiladores não conseguem espantar, mas vale totalmente a pena). Tem acessibilidade para cadeirantes e para os carrinhos elétricos. E a apresentação acontece 3 vezes no dia. Marque o melhor horário e esteja lá pelo menos uns 15 minutos antes.

Lights, Motors, Action!

Saindo do estádio você tem três opções: virar à esquerda (e voltar pro tour de bastidores), seguir reto na Streets of America (e cair no playground do “Querida, encolhi as crianças”) ou virar à direita e chegar no cinema dos Muppets. Siga em frente e leve as crianças para tirarem fotos no Honey, I Shrunk the Kids Playground, onde você sente que foi encolhido milhões de vezes e se perdeu em um gramado, com insetos e teias de aranha que as crianças podem escalar, escorregadores de folhas e troncos. Essa rua é cenográfica e dá pra tirar várias fotos, inclusive tem um painel gigante que simula uma ladeira enorme. Aqui acontecem alguns shows itinerantes.

Querida, encolhi as crianças – Playground

Volte um pouquinho e pegue o outro caminho para ir para os Muppets, ou siga até o fim da rua e vire à direita para chegar lá também. Logo na entrada do cinema você vê uma fonte em que a Miss Piggy está vestida de Estátua da Liberdade. A atração é um cinema 3D o Muppet Vision 3-D, que dura aproximadamente 25 minutos e é patrocinado pela Kodak. Lá dentro é como um grande teatro, inclusive com as cabines de camarotes (que são cenográficas). Tem uma espera um pouco longa, porque eles abrem a fila no meio da sessão anterior, então você fica na antessala durante metade do outro filme. Mas é bem divertido de ver e durante a espera tem uns videozinhos dos Muppets passando nas tvs em toda a sala.

Muppets Visio 3-D

Dica I: tem acessibilidade a qualquer tipo de deficiente: descrição de áudio para visuais (basta pedir o aparelho ao staff), legendas em inglês para auditivos (peça ao staff), permite acesso com cadeiras de rodas e tem o tradutor para quem não entende inglês.

Opções para comer nessa área tem bastantes. Mas elas não ficam em uma pracinha, estão espalhadas pelas duas pistas. Próximo aos Muppets tem dois restaurantes: o Pizza Planet (Sim! O do Toy Story!) que vende pizzas, saladas, sanduíches de almôndegas e cervejas e o Mama Melrose’s Ristorante Italiano, um pouco mais caro e vende pizzas feitas em forno de tijolo, frutos do mar, carnes e frango e macarrão.

Próximo ao tour dos bastidores tem mais dois: o Studio Catering Co. vendendo sanduíches, wraps e saladas; e o High Octane Refreshments, que é um bar completo, vendendo de água a drinks especiais.

Na Commissary Lane só tem opções de comida, e nenhuma atração. São dois restaurantes: o Sci-Fi Dine-In Theater Restaurant, que é um pouco carinho também, mas tem várias opções para o almoço – hambúrgueres, sanduíches e frutos do mar – e para o jantar – massas, carnes, frango e frutos do mar. E tem o ABC Commissary, que vende saladas asiáticas, fish ‘n’ chips, sanduíches de frango e hambúrgueres de Angus.

Agora na maior área do parque, a Echo Lake, existem algumas boas atrações. Começando por um clássico nerd: Star Tours – The Adventures Continue, um simulador com imagens em 3D. Começando pela fila, a sensação que você tem é de estar em um aeroporto (ou espaçoporto) indo pro embarque pra uma viagem interestelar em uma galáxia distante. Existem também várias formas desse simulador acabar, então cada experiência é diferente. O que se repete é que as instruções são dadas por um robô que imita todos os trejeitos da aeromoça do vídeo da Delta Airlines (procurem no youtube depois, é engraçadíssimo). Vale muito a pena até pra quem não tem contrações com Star Wars (por exemplo, eu, que nunca vi graça nos filmes).

Star Tours

Dica I: esse brinquedo aceita FastPass e geralmente enche, então eu recomendo pegar.

Dica II: tem compatibilidade com o aparelho tradutor.

Dica III: quem estiver no carrinho elétrico deve passar pra cadeira de rodas durante a fila e no brinquedo deve se transferir pro assento.

Seguindo no sentido anti-horário, a próxima atração é o Indiana Jones Epic Stunt Spectacular! que dura 30 minutos e é um show muito bom de dublês com a temática do Indiana Jones. No início eles escolhem algumas pessoas da platéia e é dirigido por Glenn Randall, o próprio diretor de dublês do filme do Indiana Jones. Cabem 2000 pessoas no anfiteatro, que é bem quente, mas é outra atração OBRIGATÓRIA!

Indiana Jones Stunt Spectacular

Dica I: acessível a cadeiras de rodas e a deficientes auditivos.

Dica II: se você quer ser escolhido pra fazer parte do “elenco” seja muito animado, pule, grite, levante a mão quando eles perguntarem.

Saindo do teatro e indo em frente você chega em um pavilhão, o Sounds Dangerous – Starring Drew Carey que era pra ser um cinema, mas é bem agoniante, porque no meio do filme a luz acaba e só segue com o som (sim, esse é o esperado). Dura 12 minutos e tem acessibilidade a deficientes auditivos, mesmo a ideia sendo de uma experiência auditiva. E tem acesso a cadeirantes.

Essa atração de agora é pra quem tem o dia inteiro pra dispor, ou se você quiser voltar nesse parque pra outra visita só pra fazer. Porque dura o dia todo. É o The American Idol Experience. Acha que sabe cantar? Tem a cara de pau de cantar em público? Pois aproveite. Você se inscreve com um produtor e faz uma pré-audição com ele. Se o produtor achar que você vale a pena, você é mandado para o cabelo e maquiagem e um treinador vocal, pra cantar em frente a juízes e uma platéia. O competidor que ao final do dia ganhar mais votos garante um local nas audições do próximo American Idol de verdade, sem ter que esperar por filas imensas pra cantar (e é só essa mamata que o vencedor ganha, de resto a competição real é a mesma coisa). Podem participar da brincadeira os maiores de 14 anos, mas como o Idol de verdade aceita pessoas de 16 a 28 anos, você pode transferir pra um amigo ou parente (se for mais velho) ou guardar pra um Idol futuro (quando você tiver 16). O passe não pode ser vendido.

A outra opção ainda nessa atração é entrar pra platéia e torcer e votar pelo seu parente, amigo ou candidato favorito.

Dica: essa atração é acessível a cadeirantes.

Aí tem várias opções do que comer e ficam quase todas espalhadas em torno do laguinho central dessa região, menos o Backlot Express que serve hambúrgueres Angus, saladas, sanduíches de vegetais grelhados e nuggets de frango e fica entre o Indiana Jones e o Star Wars. As outras opções são: Hollywood and Vine que é um buffet de comida americana tradicional; 50’s Prime Time Cafe com bolo de carne, carne assada, frango frito e outros favoritos da cozinha americana; Min and Bill’s Dockside Diner servindo sanduíches especiais e bebidas; Oasis Canteen com bolos de funil e sorvetes e ainda o Tune-In Lounge.

Volte em direção ao chapéu do Mickey Feiticeiro e vá para trás dele. Você verá um prédio com arquitetura chinesa. É um cinema que dura 22 minutos e tem saída contínua, onde você vai poder ver cenas clássicas do cinema Norte Americano e momentos de Hollywood. É uma das filas mais legais e a atração se chama The Great Movie Ride. Obrigatória para cinéfilos.

Dica I: quem estiver nos ECVs tem que se transferir para cadeiras de rodas, as quais tê acessibilidade.

Dica II: tem legendas pros deficientes auditivos.

Dica III: pode assustar os pequeninos, por ter cenas bem gráficas de alguns filmes

Ainda na pracinha do Mickey, uma última opção de alimentação: The Hollywood Brown Derby que vende steak, frutos do mar, frango, sobremesas e a famosíssima salada no vapor Brown Derby.

Dica extra: Tire cinco minutinhos no início do parque pra organizar seus horários. Como esse parque tem muitas atrações com hora marcada, se você deixar ao acaso, acaba perdendo muita coisa.

Mapa do Parque

Caio F.

Orlando Parte III – Epcot Center

A Bola do Epcot (a mão do Mickey foi pra uma celebração)

O famoso parque da bola, o que pouca gente sabe é que o nome é uma sigla para Experimental Prototype Community of Tomorrow (impressione a todos os seus amigos agora) e foi aberto em 1982 com a ideia de pegar e de certa forma anexar tudo de novo que estivesse sendo criado pelo criativo centro industrial Estadunidense. O Walt Disney tinha a ideia de que ele fosse uma cidade real, que nunca ficaria completa e se renovaria constantemente. Longe dessa imaginação inicial, mas ainda assim algo que ele se orgulharia, o Epcot virou um dos destinos mais procurados de Orlando. Foi considerado por muito tempo um parque adulto demais, com atrações chatas, incluindo os países. Daí você pergunta: “E o que eles fizeram pro parque ser um sucesso total com as crianças também?”. Simples, inventaram o “Kidcot”, que são estações na área do World Showcase (os países, eu vou explicar melhor já já) em que as crianças podem criar um souvenir de graça e levar pra casa (sim, de graça!). E quanto mais países forem visitados, mais coisas podem ser acrescentadas às criações únicas das kids.

Esse parque é dividido só em duas partes, o que não significa que ele seja menor. A primeira – e maior – parte é o Epcot Future World. É nela que ficam os brinquedos do parque. A segunda é o “World Showcase” que conta com representações de onze países, com suas respectivas culturas, restaurantes, lojas e apresentações. Tudo isso lindamente disposto em volta de uma lagoa gigante. E na frente da bola, logo na entrada, tem umas pedras gigantes, que você pode pagar pra eles gravarem uma foto sua (estilo 3×4) em ácido. Você vai ser marcado pra sempre como uma memória do parque.

Epcot Future World: Essa área é formada em sua maioria por pavilhões que tem mais de uma atração dentro. Pode até parecer que tem pouca coisa, mas não se engane, são dezenas de atividades e é bem capaz que não dê tempo de fazer tudo (a não ser que você madrugue e abra o parque, nesse caso faça logo os brinquedos mais concorridos)

Começando pelas duas pirâmides de vidro onde a Kodak fez o “Imagination Pavillion”. Lá dentro você pode ver o filme 3D “Honey, I shrunk the audience” onde o cientista Wayne Szalinski (Rick Moranis que fez esse mesmo personagem em ‘Querida, encolhi as crianças’), por acidente, encolhe todo o público. A partir daí o filme inteiro vira uma aventura, porque você fica menor que uma folhinha de grama e eles têm que te salvar. Se você tem fobia de ratos ou cobras, evite. Aqui ainda você tem o “Journey into Imagination with Figment” que é um passeio sensitivo. Seus guias nessa brincadeira são o Figment (um dragão roxo, mascote do pavilhão) e o Dr. Nigel Channing (representado pelo Erci Idle do Monty Python, e é bem divertido. E ainda tem o “Imageworks – The Kodak ‘What if’ Labs” com várias atividades interativas como enviar por email uma foto sua para sua família/amigos (só pra passar inveja neles), tem uma câmera digital GIGANTE, você pode ser um maestro, pular em pedras que ativam sons a cada pisada, etc. Qualquer pessoa de qualquer idade se diverte.A Imageworks também funciona como uma loja. Você pode tirar (e comprar) sua foto com vários fundos diferentes (os parques, personagens da disney, cenários dos filmes). E tem uma lembrancinha que é um pouco mais cara, mas se você quer uma coisa exclusiva, eles fazem um bloquinho de acrílico com a sua imagem gravada a laser dentro. E eles deixam que você assista o processo de criação!

Imagination Pavillion

Outro pavilhão muito divertido é o “The Seas with Nemo and Friends” que tem aquelas gaivotas muito loucas berrando “Mine! Mine!” logo na entrada e um recife de corais gigante, que dá pra tirar milhões de fotos (o próprio Nemo faz aparições por ali). Quando você entra no pavilhão, os efeitos luminosos fazem parecer que você está debaixo d’água (ter um barco em cima da sua cabeça colabora pra essa impressão). Quando você chega no brinquedo, os carrinhos são ostras que te levam pra um passeio pelo mundo do Nemo, misturando filme e bonecos. Você vai se juntar ao Marlin e à Dory na busca do peixinho favorito das crianças. As outras atrações aqui são “Turtle Talk with Crush”, na qual a audiência conversa com a tartaruga mais divertida de todo o oceano, o Crush (o pai da tartaruguinha fofa que ajuda o Marlin e a Dory no filme). Ao que tudo indica essa é realmente uma experiência em tempo real (uma superação dos Imagineers) e cada sessão é diferente. Como fica em um teatro, várias pessoas vão de uma vez e tem bancos para os adultos, enquanto as crianças são encorajadas a sentar no chão mesmo, pertinho do “aquário”. Ainda tem o “Bruce’s Shark World”, que é um jeito bem divertido de se aprender sobre tubarões. Dá pra tirar fotos perto ou dentro da boca do próprio Bruce, mas ele não morde, já que ‘Peixes são amigos e não comida.’ (“Mas, Caio, eu não sou um peixe”. Lá dentro você é). Tem ainda uns periscópios que dá pra olhar, tem como sentir a textura da pele de tubarão… E parece que você está dentro de um navio naufragado (lembra das reuniões dos tubarões? Pois é).

The Seas

Fun fact: No brinquedo do Nemo tem o segundo maior aquário do mundo com 21.576.835 litros de água!

O pavilhão que tem o brinquedo mais concorrido do parque é o “The Land”. Recomendo ir primeiro nele, pra evitar filas depois. A tão disputada atração é o “Soarin'”, um passeio de asa delta da costa leste à oeste dos EUA, passando pelo Grand Canyon, pelos dois Orange Counties (Flórida e Califórnia), Colorado River, e outras paisagens maravilhosas. Aliás é uma experiência bem sensorial também. OBRIGATÓRIO!! Nesse pavilhão você ainda vê um filme sobre consciência ambiental em que os apresentadores da história são ninguém menos que Timão, Pumba e Simba. O filme é em inglês (claro), mas as imagens são universais e a lição é bem interessante. Quem disse que Disney não é aprendizado? O nome do filme? “Circle of Life”. E também temos o “Living with The Land Boat Ride” que é um passeio relaxante e informativo de treze minutos em um barco que passa por uma floresta tropical, um deserto africano completo, incluindo a tempestade de areia e uma fazenda da virada do século passado, varrida pelos ventos nas planícies. Você vai descobrir as lutas do passado e as ideias pro futuro no que diz respeito à agricultura, incluindo Hidropônicos, Aeropônicos e Aquacultura. Não é um passeio só sobre frutas e vegetais, há também as fazendas de peixes à mostra. Esse pavilhão é o fornecedor de alimentos do complexo Disney, então muito provavelmente você está vendo a entrada do seu almoço bem ali. Onde você acha que os pepinos com formato da cabeça do Mickey são cultivados? Aqui tem ainda um passeio pago pra quatro estufas que eles têm no terreno do parque.

The Land Pavillion

Tem ainda um MEGA pavilhão que chama “Innoventions” que aliás é tão grande que foi dividido em Innoventions East (Leste) e West (Oeste). Cada um tem foco em diferentes inovações tecnológicas e científicas. É uma área bem interativa e tem atividades pra todas as idades aproveitarem. Começarei pelo:

“Innoventions East” que logo de cara tem um laboratório chamado “Test the Limits Lab” em que, por um instante, você se torna um engenheiro do Underwriters Lab, testando a qualidade de produtos. Tem cinco estações, na primeira você solta uma corda com um martelo na tela de uma TV (Shatter Lab). No Impact Lab você libera um tonel de 208 litros em um capacete de bombeiros. Na próxima estação, o Slam Lab, você pula em tapetes de borracha que batem portas de incêndio. No Drop Lab é lançado um cofre de um prédio de três andares e o Torture Lab testa os limites de aparelhos domésticos.

Ainda no East tem o “Sum of All Thrills” que permite que você crie sua própria atração emocionante. Um videozinho antes mostra a importância da matemática, da ciência e da engenharia, ao se montar um brinquedo. É um simulador, então se você tem medo de altura ou enjoa fácil, deixa de lado. Você vai testar seu brinquedo depois.

Ainda na Leste temos o “Storm Struck – A Tale of Two Homes” na qual você experimenta a sensação de ter sua casa sendo levada por um furacão. Tem uns vídeos educacionais e o espaço é meio apertado, então se prepare para filas em alta temporada. Ainda tem o “Environmentality Corner” onde as crianças vão aprender a ter atitudes corretas com o meio ambiente, fazer papel reciclado e ainda vão poder decorar e levar sua arte para casa.

Na “Innoventions West” temos o “Where’s the Fire – Presented by Liberty Mutual” que é um jogo para ensinar às crianças noções de segurança com fogo em casa. Deve-se trabalhar em equipe para encontrar riscos de incêndio em uma casa falsa, antes que o fogo consuma tudo. Ainda tem um conjunto de instruções pras crianças sobre como fugir de incêndios e a ‘parar, deitar e rolar’. O “Smarter Planet – Presented by IBM” serve para mostrar como as pessoas (em grupo ou individualmente) influenciam no destino do planeta. É dividido em duas partes, de um lado de uma passarela tem um teste em vídeo sobre maneiras de salvar o planeta e do outro lado, os guests criam um avatar e dançam, correm e pulam pra salvar o mundo no jogo.

O “The Great Piggy Bank Adventure” fala da importância do planejamento financeiro. Logo na entrada você tem que definir seu objetivo de poupar e recebe um cofrinho de porco e vai de estação em estação jogando para conseguir dinheiro. Cuidado com o lobo que vai tentar te roubar toda a grana. Na última estação você pesa o porquinho pra ver se conseguiu alcançar sua meta de longo prazo. E finalmente o “Videogame Playground” onde você pode experimentar o que de mais novo existe em matéria de videogames.

Em relação aos pavilhões é isso, mas ainda existem quatro atrações isoladas. São elas “Universe of Energy” que é um vídeo/simulador narrado pela Ellen DeGeneres. Tudo começa com a Ellen dormindo enquanto assiste a Jeopardy (um programa de perguntas muito famoso nos EUA) e sonha que está no programa contra uma rival (Smart Judy – Jamie Lee Curtis) e todas as perguntas são sobre energia, coisa que Ellen sabe muito pouco. Então seu vizinho, um cientista a leva em uma viagem pré-histórica. Nesse momento os bancos do cinema viram carros e você acompanha todo o passeio. É uma atração enorme (dura 45 minutos) e a sala suporta 600 pessoas, então não se assuste com a lotação. (Diquinha boa: leve uma lanterninha pequena se as crianças tiverem medo de escuro. Há sequências bem longas em que a luz desaparece).

Tem ainda a “Mission: Space” que é um simulador de lançamento de um foguete ao espaço. Aos muito sensíveis a rotações e forças G, não recomendo. São quatro pessoas por carrinho e cada uma tem uma missão durante o lançamento. O problema é, com a força G, você mal consegue levantar os braços, que dirá chegar a mão até o painel e apertar os botões (só lembrando: os botões servem pra tornar a experiência interativa, não altera em nada se você não apertar).

Um brinquedo que era sensacional quando eu fui, mas que sofreu modificações, foi a “Test Track” que era uma espécie de montanha-russa de carros, em que os Crash Dummies (aqueles bonecos de testes de batidas) eram os próprios clientes (óbvio que não tinha batidas e os testes de luz U.V. e ácido eram simulados, mas ainda assim era muito massa. Agora (na verdade no outono, quando ele será relançado), pelo que eu li, você monta o seu próprio carro conceito e testa ele na pista (como eles fazem isso, eu não sei), pode ver seu bebê num comercial de TV, fazer uma corrida com ele numa pista virtual e ainda tirar uma foto com a sua criação (tô doido pra ir lá ver como ficaram essas alterações).

E por último, mas definitivamente não menos importante, temos o marco do parque que tem um brinquedo dentro. Sim, dentro da bola tem uma atração sobre a evolução das telecomunicações. O nome? “Spaceship Earth”. Você viaja desde a época da pedra lascada até um futuro bem distante, sobre como a comunicação evoluiu e evoluirá. E no final você escolhe o seu futuro ideal na tela da sua cadeira. E surpresa! Vai aparecer uma foto sua no bonequinho que vai estar nesse futuro. Ao sair do brinquedo você entra no “Project Tomorrow: Inventing the World of Tomorrow” que mais parece um big fliperama, com vários jogos interativos e atividades.

Innoventions Pavillion

Fun fact: é possível que você veja algum dos personagens lá em cima da bola, porque tem um elevador que leva até lá. Mas só funcionários podem subir.

Agora mudemos o foco para a outra área do parque, a Epcot World Showcase, que é onde ficam representados onze países; dentro de cada qual alguma coisa diferente pra se ver, brincar, comprar ou comer. Vocês ainda estão aí? Então vamos! Os países seguem essa exata ordem, se você fizer o parque no sentido horário (relaxem, eu vou dar dicas sobre isso também). Ah sim! Em cada país você encontra os personagens referentes a eles. Basta checar no guia do mapa sobre os horários de aparições.

México: é uma pirâmide pré colombiana circundada por uma paisagem luxuosa. Ali dentro funcionam dois restaurantes e uma feira de produtos mexicanos e ainda tem uma apresentação do Donald (que é um personagem bem difícil de se encontrar nos parques), o Zé Carioca (!) e o Panchito. Os restaurantes são o La Hacienda de San Angel que tem 250 lugares e serve pratos, como bifes, frangos e frutos do mar, com temperos tipicamente mexicanos. Do outro lado de uma ruazinha fica o La Cantina de San Angel que serve os famosos pratos mexicanos: tacos, burritos, churros, margaritas e cervejas mexicanas. O clima lá dentro é de um eterno crepúsculo, o que mantém uma aura meio romântica e misteriosa. Tem ainda a La Cava del Tequila onde vocÊ pode provar a autêntica tequila mexicana e aprender sobre sua história. Na feira você consegue comprar de roupas e artesanatos a instrumentos musicais (tambores, pandeiros). Os casacos são baratos, mas nem tudo segue essa tendência.

México

Noruega: essa área lembra uma praça norueguesa, com uma igreja medieval do século XIII de um lado, e uma réplica de um forte do século XIV encontrado em Oslo do outro. Aqui tem um brinquedo, um restaurante, um café e uma loja (caríssima) de souvenires. O brinquedo se chama Maelstrom e é um passeio gelado pelo mar da Noruega no circulo polar Ártico, com bastantes referências à Mitologia Nórdica (como um fã de Mitologia em geral, eu adorei). Falar mais sobre o brinquedo estraga a graça, vejam por vocês mesmos. O restaurante é o Akershus onde tem o “Princess Storybook Dining”, onde você pode tomar café, almoçar ou jantar com as princesas da Disney, mas prepare-se, as reservas são lotadas e demora PRA CARAMBA pra conseguir entrar e sentar ali. O café é o Kringla Bakeri og Kafe que serve sanduíches e é especializado em pretzels doces, os ‘Lefses’; também tem cafés especiais. A lojinha é bem bonitinha e tem um Troll gigante pra tirar fotos. A especialidade é em mitologia Nórdica, livros, fadinhas, trolls, etc. e roupas para frio.

Noruega

China: você entra aqui por um portão cerimonial com triplo arco baseado no Templo do Paraíso, que fica em Pequim. A China tem uma divisão bem nítida da área comercial, à esquerda, e da área “turística”, mais à direita. É um lugar ótimo pra fugir um pouco da multidão e dar uma respirada. Tem umas pontes de madeira, moitas de bambus, uma lagoa com cachoeira e várias flores de lótus boiando. Se a sua paixão gastronômica for comida chinesa, você veio ao lugar certo! Aqui tem dois restaurantes e uma casa de chá. No Nine Dragons Restaurant você vai encontrar uma grande variedade de alimentos, não é a melhor escolha de restaurante, mas também não é nojento. O The Lotus Blossom Cafe é um restaurante de balcão (counter service, você pede, paga, pega e vai embora). E o Joy of Tea que é a casa de chá, com várias opções. Coisas para se ver aqui: a apresentação The Dragon Legend Acrobats, que são crianças e quando se apresentam atraem uma multidão. E tem uma réplica dos Exército de Terracota, cujo original, datado de 210 a.C., foi encontrado por fazendeiros chineses próximo à região de Xi’an, na província de Shaanxi, perto do Mausoléu do primeiro imperador da Dinastia Qin.

Ainda aqui temos um cinema 360° chamado “Reflections of China”, exibido no Hall of Prayer for Good Harvest. É um vídeo sobre as maravilhas da China, como a Muralha, A Cidade Proibida de Pequim, o deserto de Gobi, o interior da Mongólia, o rio Yangtze e as florestas tropicais da ilha de Hainan. Aos cansados, fiquem atentos, aqui não tem cadeiras, só barras laterias para se apoiar e poder sentir melhor a experiência 360°. E não atrai muita gente, então se você quer escapar das multidões, dar uma relaxada e ver imagens lindas, corre pra lá.

Aqui ainda tem uma das maiores lojas da World Showcase inteira. The Yong Feng Shangdian Shop, que vende produtos de seda, móveis de madrepérola, bules Yixing com baixos relevos verdes, pandas de pelúcia, velas aromáticas, incensos, leques de papel. A especialidade nessa loja é artesanato como cerâmicas esmaltadas e lanternas chinesas, tapetes e tudo que te remeta à imaginação daquele país, você encontra aqui. Pra quem gosta de um toque mais oriental na vida, vale a pena.

China

Alemanha: a peça central da praça alemã é uma coluna com a estátua de São Jorge matando o dragão. A arquitetura aqui é uma mistura de castelo medieval, com o estilo de casas da Bavária (a região, não a cerveja). A torre do relógio toca uma melodia especial a cada hora. Uma vila alemã em miniatura tem três modelos de trens, que são bem visitados.

Como em todos os outros (com exceção de alguns que têm mais coisas), as opções aqui são gastronômicas e consumistas. Um restaurante que agrada muito aos gordinhos (e aos magrinhos que comem bastante) é o Biergarten que fica aberto no almoço e no jantar e é no esquema “coma tudo que puder”, servido em um climão meio Oktoberfest, só comidas típicas alemãs, como salsichas, repolho vermelho, Frankfurter’s, etc. As sobremesas incluem strudel de maçã e cheesecake ao estilo alemão. No jantar ainda tem lombo de porco salgado e um prato chamado sauerbraten. As mesas são enormes e compartilhadas por várias pessoas, enquanto opções de entretenimento se revezam pra alegrar ainda mais o ambiente, como dança e música folclórica e apresentações de Yodel (aquele canto esquisito com a garganta, o canto tirolês). Outro restaurante é o Sommerfest que é de balcão, servindo strudel de maçã, pretzels macios, sanduíches frankfurter, entre outros.

São várias opções de compras como a Der Teddy Bar, que vende bichinhos de pelúcia e bonecos em geral; tem a Volkskunst que vende canecas de cerveja bem diferentes, inclusive uma edição especial do próprio Epcot. Nessa loja você ainda encontra chapéus de feltro, sinos, relógios cuco da Floresta Negra, e ovos pintados à mão; e ainda alguns livros como “A história das canecas” e “Contos dos irmãos Grimm”, obviamente em inglês. Tem uma nova loja lá chamada Karamelle-Kuche, onde você pode encontrar personagens da Disney fazendo maçãs, morangos, marshmallows e milho caramelizado, bem como pode comprar brownies, caramelos gourmet, cookies, caldas e cupcakes, ou seja, é gordice pra uma vida inteira.

A Weinkeller é pra gosta de vinhos e bebidas alcoólicas e está afim de provar um belo vinho alemão. A Sussigkeiten é onde você pode comprar mais doces e ainda aprender a cozinhar receitas alemãs genuínas, a partir de um dos muitos livros de receitas. Se você está procurando itens de Natal, encontrará na Die Weihnachtsecke. A Kunstarbeit In Kristall vende joias de cristais “Swarovski”, “Princessa Plata” e “Brillanti by Cristal World”; bem como peças decorativas de cristal da “Swarovski”, “Arribas”, “Arnstadt”, “Nachtmann” e “Ana Hutte”. E na Glaskunst você pode comprar copos da “Arribas”, com seu nome ou o de quem você quiser gravado na hora.

Alemanha

Itália: tem uma torre do sino de 83 pés que é uma réplica exata do campanário que fica na Piazza San Marco, de Veneza. No topo dela tem um anjo folheado a ouro, mas está tão alto que as pessoas mal notam sua existência. Dá pra sentir um clima veneziano, por conta das pontes e das gôndolas que passeiam na lagoa dessa área.

Ainda tem uma réplica do Palácio de Doge, branco e rosa, incluindo a fachada de mármore. Na Piazza del Teatro, que é a praça central, se encontra uma réplica da Fontana di Nettuno, de Bernini, na Florença. Grupos de teatro de rua e os cantores de Nápoles “I Cantanapoli” entretêm a galera que passa por ali.

Há duas opções de restaurantes: o Tutto Italia Restaurant, que com seus murais nas paredes e cabines de madeira escura com banquetas, tem a intenção de fazer você se sentir em um autêntico restaurante italiano. No hall do Tutto Italia fica o Tutto Gusto Wine Cellar, que tem paredes e piso de pedra, arcos de tijolos e vigas de madeira expostas, do jeitinho das adegas italianas. Servem aperitivos para acompanhar as mais de 200 opções de vinhos. Fica aberto das 11:30 às 21:00 e acomoda 96 pessoas por vez. O outro restaurante é o Via Napoli, que é uma pizzaria arquitetonicamente semelhante aos prédios de Florença. A cozinha é aberta, o que permite que se veja o processo de preparo da pizza nos fornos de pedra gigantescos.

Quanto às compras, várias lojinhas oferecem uma variedade de produtos da Itália. Você pode comprar sabonetes florentinos, espresso “Illy” (uma marca italiana bem famosa), máscaras venezianas feitas à mão em papel-machê, chocolates, petiscos e vinhos. Esse pavilhão tem uma grande coleção de livros de culinária, envolvendo Nápoles, Toscana, Roma e comida de fazendas italianas. A Il Bel Cristallo vende vidrarias e cristais Murano (chora na riqueza) e porcelanas. Nessa loja você ainda pode comprar joalherias de vidro veneziano “San Lorenzo”, joalherias da “Antica Murrina”, bolsas de couro da “Pulicati”, produtos da “Ferrari” e uma seleção de perfumes.

Itália

E.U.A.: é uma mansão em estilo colonial que, embora tenha cinco andares, a perspectiva arquitetônica faz parecer que tenha só dois, para manter a verossimilhança com o período colonial. Os pisos internos são feitos de mármore e cobre. Nas paredes há citações de americanos notáveis, como Walt Disney, Althea Gibson, Charles A. Lindbergh, Jane Addams, Wendell Wilkie, Ayn Rand e Thomas Wolfe.

Na área externa tem um anfiteatro onde são realizadas algumas apresentações como o Candlelight Processional, Eat to the Beat e o Flower Power. Tudo aqui respira patriotismo, até as flores que são das cores da bandeira e são nomeadas como presidentes. No lobby há apresentações (cheque horários no cronograma) do grupo de acapela, Voices of Liberty.

A praça de alimentação aqui não tem restaurantes com cadeiras, mas tem os counter services Liberty Inn que serve hamburgers, cachorros-quentes, tirinhas de frango empanadas, saladas, pratos de frutas e, é claro, torta maçã e sorvete. O Fife & Drum serve smoothies, cachorros-quentes e coxa de peru. E ainda tem o Funnel Cake Stand que é uma barraquinha que oferece bolos de funil com caldas.

As compras aqui são bem fraquinhas, tendo só uma loja com algumas camisetas, bolsas e lembrancinhas, chamada Heritage Manor Gifts.

Tem um showzinho, o American Adventure, que dá um olhar patriótico aos conceitos sobre os quais os EUA foram fundados. Os mestres de cerimônias são Mark Twain e Benjamin Franklin. Misturando bonecos e vídeo, a apresentação tem 29 minutos. De cada lado do palco existem seis estátuas que representam o Individualismo, a Inovação, o Amanhã,  a Independência, a Compaixão, a Descoberta, a Herança, o Pioneirismo, o Conhecimento, a Auto-Confiança e a Aventura. Existem várias passagens da história dos EUA, como a chegada dos peregrinos a Plymouth Rock, a Revolta do Chá de Boston, George Washington no Vale Forge, a escritura da Declaração de Independência, a Guerra de Secessão, a escravidão e a invenção do telefone. Eles se atêm bem aos detalhes e utilizam os discursos originais e,  quando possível, as imagens originais. Há dispositivos de áudio para quem tem problemas de audição, bem como captions pra quem é realmente surdo (basta requisitar a um membro do staff) e todas as áreas do teatro têm acesso a cadeira de rodas. No hall do teatro tem um corredor com todas as bandeiras que já representaram o país.

Japão: a primeira coisa que os entusiastas da fotografia vão perceber é o portão Torii vermelho que dá as boas vindas a esse pavilhão. Uma torre de teto azul (que eles chamam de Pagoda), que é uma réplica do Templo Horyuji do séc. VII é cercada por belos jardins, há algumas pontezinhas cortando laguinhos com carpas coloridas e lírios d’água.

O White Heron Castle foi modelado a partir de um forte do séc. XVII que vigiava Himeji. Lá dentro você encontra a galeria Bijutsu-kan que expões arte tradicional e moderna do país. Tem ainda uma apresentação que se repete várias vezes ao dia que é a Matsuriza, uma performance de percussão de taiko (um tamborzão gigante), cheque no guia do parque sobre os horários).

Uma réplica dos salões de coroação e cerimonial do Palácio Imperial Japonês é a sede da Mitsukoshi Department Store, que é o nome da loja de departamentos mais antiga do mundo. A loja original tem mais de trezentos anos! Essa é A loja no Epcot World Showcase, onde você vai encontrar uma imensa variedade de produtos japoneses. Aí você encontra desde produtos da “Hello Kitty” e “Tamagotchi”, até roupas e calçados típicos. Cartas de Anime, modelos de carros (miniaturas), i-Pets e action figures são apenas alguns dos produtos incríveis para os jovens.

A Mikimoto Store é uma visita obrigatória pela variedade de joias feitas com pérolas. Se você procura alguma coisa mais em conta, tem a opção “Pick-a-Pearl” por menos de US$ 20 (as pérolas em si não são caras, o que encarece é quando se organiza elas em joias). Ainda tem uma coleção imensa de livros que falam de jardinagem, arquitetura, artes marciais, origami, culinária e língua japonesa. Inclusive eles têm uma área estendida específica sobre culinária, especialmente sushi.

Vários dos souvenires disponíveis são bonsais, mensageiros dos ventos (sabe aqueles sinos que balançam com a brisa? Então…), conjuntos de chá e pincéis de caligrafia. Eles ainda têm palitinhos de comida, lanternas japonesas, incensos e leques. Não se esqueça de ir ao Bar de Degustação de Sake (Sake Tasting Bar) que fica nos fundos da loja. Você pode experimentar alguns, comprar o seu favorito e levar um conjunto de servir.

As opções de alimentação envolvem o Teppan Edo, que fica dentro da loja de departamentos. Você se senta em uma mesa branca de oito lugares, compartilhada com estranhos, caso você não lote a mesa. Cada mesa dessas tem uma grelha onde fica um cozinheiro, que faz tudo numa velocidade tão incrível, que chega a hipnotizar. As entradas incluem frango, bife e frutos do mar e peixes. Sozinhos ou em combinações com vegetais crocantes servidos com molhos, arroz no vapor e salada. Aperitivos de sushi também são oferecidos.

O Tokyo Dining oferece a tradicional comida japonesa com uma apresentação moderna e inventiva. Ao entrar, você é recebido por funcionários japoneses de verdade. E a decoração é bem moderna. As opções gastronômicas são tradicionais do período Edo, mas com uma apresentação e uma alma moderna. Sushi, sashimi, camarão, frango e carnes, bebidas como o sake quente, chá verde e cerveja Kirin são as opções mais recomendadas.

Lembrete: Os japoneses têm o costume de se curvar, ao invés de apertar mãos para se cumprimentar. A coisa mais mal-educada a se fazer é não retribuir. Curve-se também, em sinal de respeito e educação.

E tem também o Katsura Grill, um serviço de restaurante rápido, com duas opções de locais para comer, no interior do restaurante ou nos jardins maravilhosos, modelados a partir dos jardins da Vila Imperial de Katsura, em Kyoto. Eles servem sushi, curry japonês, teriyaki, edamame, macarrão udon, um sanduíche de frango no pão panko e Okonomiyaki (uma “pizza” com vegetais e molho em cima de uma panqueca). Pra ajudar a empurrar, cervejas japonesas, vinho ou sake.

Japão

Dica: no Grill tem um terraço que é perfeito pra ver o IllumiNations: Reflections of Earth (falo desse show em outro post).

Marrocos: logo na entrada, de guarda, você encontra uma representação do minarete Koutoubia de Marrakesh. É uma torre de orações do mosteiro datado do século XII. A intrincada forma de esculpir reflete o orgulho que os artesãos tiveram ao montar o pavilhão. Inclusive foram utilizados muito mais artesãos nativos do país do pavilhão do que em qualquer outro, o que fica evidente no trabalho artístico com os mosaicos e padrões geométricos em exposição.

As construções me terracota e reboco, com tetos verdes, formando becos ventilados e arcos de passagem só acrescentam o charme da “Joia do Norte da África”. Dá pra perceber mais da genialidade artesã no portão para a Medina (a velha cidade) em uma réplica do portão Bad Boujouloud. A Medina é o local onde se localiza o mercado ou bazar. A Ville Nouvelle (Nova Cidade) tem a Galeria Real e a Secretaria Nacional de Turismo que exibe um slideshow em três telas sobre os estilos de vida e paisagens do Marrocos.

O jardim salpicado de flores circundado por árvores cítricas e oliveiras, palmeiras e bananeiras, incluindo uma fonte inspirada na fonte Fez Nejjarine. Nesse ponto você consegue ouvir músicos marroquinos, observar as exóticas dançarinas do ventre ou se maravilhar com a ousadíssima trupe Houzali (dê uma checada no guia do parque para os horários das apresentações). Na Galeria de Artes e História, dá pra aproveitar as artes, artefatos e costumes em constante mudança desse povo, e ainda arquitetura contemporânea pode ser vista na Fez House. Eles oferecem um tour – a pé – The Treasures of Morocco, diariamente.

As opções de jantar no pavilhão são bem legais: o Restaurant Marrakesh oferece comidas exóticas, como o aperitivo Bastilla (carne ou frutos do mar assados em folhados finos, acompanhados de vegetais ou amêndoas), cuscuz tradicional, uma variedade de pratos com carneiro, espetinhos (brochettes) de frango e kabobs de shisk. O Tangierine Cafe é um counter service que serve especialidades do Mediterrâneo, saladas e sobremesas. E o Moorish Cafe and Pastry Shop serve crepes leves e folhados marroquinos, sem falar em chá de menta quente e cafés especiais.

Daí você me pergunta: “O que eu vou conseguir comprar aqui?” E eu te respondo: “Tem cinco minutinhos? Porque é coisa pra caramba!” Começando pelo Tangier Traders onde você consegue comprar joalheria, adagas feitas à mão, espelhos de osso de camelo e roupas e sapatos tradicionais. Dali partindo pro Brass Bazaar, que vende fontes de mosaicos, madeira de Thuya e pratos decorativos de latão ou prata. Essa loja ainda tem um bazar externo que vende tijolos de cerâmica, instrumentos nativos, e cestas feitas à mão. Partindo daí pro Medina Arts, compre alguns itens de artesanato, como a tradicional cerâmica Tajne e pratos feitos de cerâmica. E os tapetes e capachos com cada nó atado à mão, que você encontra na Casablanca Carpets? Você precisa pelo menos dar uma olhada! Ah! Aproveita enquanto está lá e olha as lanternas de vidro e as luminárias de parede de Marrakesh. Atravessando o pavilhão principal, você encontra a Souk-Al-Magreb, uma loja que vende vários dos itens já vistos nas outras lojas, mas ainda oferece a panela de cuscuz (e um cuscuz Sadaf leve, bem gostosinho), chapéus Fez (aqueles do Aladdin), mensageiros dos ventos, lâmpadas de Henna, água de rosas e DVDs instrucionais de dança do ventre!

Marrocos

Curiosidades: é o único país da exposição que teve participação de seu governo para a construção. E todas as suas áreas são acessíveis a cadeiras de rodas.

França: as ruas desse pavilhão são feitas de paralelepípedos e você ouve músicas românticas pra todos os lados, afinal esse é o país do romance.  Então é claro que você vai ver jardins lindos. Durante o dia a dupla de acrobatas “Serveur Amusant” se apresenta, empilhando cadeiras e se equilibrando no topo da pilha depois. Você encontra uma réplica da Torre Eiffel, com 1/10 do tamanho da original, mas que foi construída de acordo com as plantas de Gustave Eiffel. Nesse pavilhão tem um cineminha também, o Palais du Cinema que passa o filme “Impressions de France”, que é o mesmo esquema dos cinemas dos outros países, pontos históricos e paisagens do país, com músicas de compositores franceses e etc. A vantagem aqui sobre o da China e o do Canadá, é que tem lugares pra sentar.

Excelentes opções de comidas aqui. Começando pelo Les Chefs de France, que tem as mesas com uma visão privilegiada das ruas de Paris, assim você pode ver toda a movimentação no pavilhão. Tem o Bistro de Paris que é tão chique que tem dress code (sim, você tem que se arrumar pra ir lá) e só funciona para o jantar, você vai poder comer pratos gourmet (aqueles pratos enormes com só um toquinho de comida no meio) como se estivesse no reaturante mais chiqe de Paris. Na Boulangerie Patisserie (padaria dita de um jeito chique) você vai comprar croissants, cookies, eclairs, mousses, palmier, quiches, entre outros, acompanhados de café torrado francês.

Opções de compras são abundantes: a Plume et Palette vende perfumes e colônias da “Chanel”, “Escada”, “Givenchy” e “Lacoste”, bem como de novos perfumistas franceses como “Jean Patou” e “Annick Goutal”. A sessão da “Guerlain” não tem só os perfumes, como toda linha de cosméticos da marca.

A La Maison du Vin vende vinhos, os quais você pode provar – por uma taxa – e levar pra casa, junto com uma variedade de acessórios pra tornar a experiência de tomá-los muito mais profissional. Chocolates da “Maxim’s de Paris”, cookies, panos de cozinha da “Marat D’Avignon”, sabonetes da “E. Barret & Co”. e aparelhagens de cozinha da “Emile Henry” são mais alguns dos itens vendidos lá.

E como não podia faltar uma loja de lembrancinhas temos a Souvenirs de France com as miniaturas da Torre Eiffel, camisetas, bolsas e, claro, as boinas francesas. Mas os itens mais legais aqui são as dezenas de livros sobre artistas franceses, cidades, e sobre a própria língua. Ainda tem os brinquedos infantis da “Latitude Enfant”.

França

Importante: todas as áreas do pavilhão são acessíveis a cadeirantes.

Reino Unido: essa área conseguiu pegar todas as essências do Reino Unido e botar frente a frente. Da arquitetura das ruas de Londres basta atravessar a rua, e você está e uma cabana rural da Inglaterra. As ruas de paralelepípedos e o cheiro de peixe e batatas fritas no ar só acrescentam ao clima. O Palácio Hampton Court também está representado, assim como as construções com as influências Vitorianas, Georgianas e dos Tudor, pelas quais a Inglaterra ficou famosa arquitetonicamente. Tem uma cabana que é premiada, que tem o teto padronado igual ao de Anne Hathaway (não, não é a atriz. É a esposa de William Shakespeare), cuja casa é considerada a essência das construções familiares inglesas. Eles não perdem nenhum detalhe, as chaminés sujas de fuligem, um gazebo lindo e, os mais fotografados de todos, as cabines telefônicas idênticas às da ilha.

Não existem atrações propriamente ditas, mas tem opções de entretenimento, como a banda ‘The British Revolution” que toca músicas de consagrados artistas britânicos, como Beatles, Led Zeppelin e The Who. E ainda tem o “The World Showcase Players” que são um grupo de improvisação hilário.

Para comer, siga direto para a cabine do Yorkshire County Fish Shop e aproveite sua refeição sentado numa mesa, olhando a lagoa da World Showcase. Se quiser, compre uma cerveja na barraquinha em frente à “Rose and Crown” para acompanhar seu lanche, que é o tradicional “fish and chips” vendido em Londres. Você ainda pode entrar em um pub tradicional no Rose and Crown Dining Room, para comer uma torta de cottage, fish and chips, Banger and Mash. Termine sua refeição com a sensacional torta inglesa, chamada “trifle”. Uma variedade de bebidas e cervejas é oferecida aqui e a decoração, com pisos de madeira e teto de lata comprimida dão o clima desse pub, que fica localizado na costa da lagoa da World Showcase.

Dica: este também é um ótimo lugar pra ver o IllumiNations.

As opções de compras incluem várias áreas do Reino Unido. Na The Toy Soldier você encontra castelos de brinquedo, espadas e escudos, canetas de pena de verdade, filmes e livros com temático do UK. Na The Crown and Crest você encontra as melhores mugs (aqueles copos com tampa), copos e canecos (aqueles de estilo alemão) de cerveja com o brasão do seu país favorito do Reino. Eles também oferecem camisetas da “Rose and Crown” e chapéus, com uma ótima seleção de produtos dos Beatles (fãs, corram pra lá). Uma quantidade de espadas, adagas e facas estão disponíveis próximas à sala de brasões de famílias, sala essa onde você pode gravar o brasão da sua família em um anel ou numa placa; ou ainda bordado e emoldurado para expor na sua casa. A Fancy Goods for Lords and Ladies vende perfumes e colônias, joias e produtos de higiene e cuidado corporal que se encaixam em qualquer orçamento. As marcas disponíveis são “Kit Heath Celtic Jewelry”, fragrâncias “Aspray of London” e “Feel Good Formulas Body Care”.

Na The Queen’s Table você encontra finas porcelanas “Parian de Berreck”, feitas na Irlanda. Essa loja ainda vende produtos como livros e músicas nativas da Escócia, Irlanda e País de Gales. Você ainda consegue comprar tecidos escoceses e galeses (o tartan, aquele quadriculado dos saiotes) e gravatas, assim como gaitas de foles e a “Colher do Amor” galesa. A The Sportsmans’ Shop oferece todo tipo de material para Rugby ou Futebol (o inglês e não o americano), incluindo chapéus, roupas, bolas e livros. E os amantes de chá vão adorar a seleção de chás em saquinhos ou soltos, bules e xícaras, biscoitos e doces encontrados na The Tea Caddy.

Reino Unido

Canadá: a primeira coisa que se nota aqui é o teto de estilo vitoriano do “Hotel du Canada”, que foi baseado no Chateau Laurier, um hotel histórico que fica em Ottawa. Incrivelmente eles conseguiram colocar todos os elementos naturais do país no espaço reservado a eles. Tem os coloridos jardins de Butchard, encontrados em Victoria, a majestosa formação Canadian Rockies, que acaba em uma cachoeira de 9 metros. Existe ainda um totem indígena, mostras de sapatos de neve e caiaques. As estradinhas são cobertas com impressões de folhas de bordo (‘maple’ – a árvore símbolo do Canadá). Definitivamente um excelente lugar pra se tirar fotos.

Existem duas opções de compras nesse pavilhão: o Northwest Mercantile, onde você encontra vitrais “Kitra”, que são feitos à mão para se assemelharem às estações do ano. A loja ainda oferece roupas da “Hatley” e roupas esportivas, fragrâncias de raízes, perfumes “Deauville”, vinhos gelados, itens de higiene pessoal e material para Hockey, além de decorações natalinas.

Ou ainda o Trading Post, que você pode comprar dezenas de produtos feitos de bordo, como xarope (eles usam muito nas panquecas, como cobertura), cookies, doces e chás. Se você procura por joalheria feita à mão com um toque nativista, achou! Aqui você compra joias da “O Canada” (feitas na ilha de Prince Edward) e “Monague” (feitas na Columbia Britânica). Outras lembrancinhas são os bichos de pelúcia, livros, mini totens e chapéus de pelo falso de guaxinim e gambá. Tem ainda os quiosques externos, que vendem itens colecionáveis.

Esse pavilhão tem duas atrações importantes, um show com a banda “Off Kilter”, que fazem um rock celta, com umas viradas diferenciadas. Vale a pena ver. E na Maple Leaf Mine, um cinema 360° exibe o filme “O Canada” que ganhou uma atualização em 2007. O apresentador é um nativo canadense chamado Martin Short, que combinando seus talentos cômicos com os vocais de Eva Avila, a vencedora do Canada Idol, deram um frescor ao filme. Ele exibe filmagens de Calgary, Montreal, Toronto, Vancouver e as Niagara Falls, combinadas com imagens fornecidas pelo Ministério do Turismo Canadense.

Os restaurantes são o Le Cellier, que é um dos mais requisitados de todo o parque e seu pouco espaço e grande popularidade geram dificuldades nas reservas. Mas se você conseguir, o prato com as melhores reviews de todos é a Canadian Cheddar Cheese Soup, mas o menu ainda oferece, carnes, salmão e costelinhas de porco. Para acompanhar, uma seleção de vinhos de Niagara ou cervejas canadenses. Se você não conseguir reservas, mas ainda assim quiser uma bebidinha canadense, pare no quiosque externo e peça uma Molson.

Canadá

Importante: Todas as partes desse pavilhão são acessíveis a cadeirantes.

Mapa do Parque

Caio F.